Dia desses estava pensando sobre confiança.
E... Me perguntei o que seria confiança?
Prova de confiança? E será que se há realmente confiança, é necessário prova?
Pois é, perguntas sempre aparecem...
Fato é que, a conjugação do verbo: confiar, anda cada dia mais rara, ao menos para esse ser que vos escreve. Vivemos uma vida, um mundo, em que a desconfiança transcorre de forma curial, fato esse, que faz com que andemos com um enorme escudo, e muitas vezes nos defendendo de monstros invisíveis e até inexistentes.
E é tudo culpa da falta de confiança. Particularmente, ando sempre com meu escudo a punho, afinal tenho motivos para tal. Já fui mais ingênuo, ( não sei se é a melhor palavra), mas atualmente, todos são culpados para mim até que provem o contrário, essa é minha filosofia! Seco? Não sentimental? Rude? Talvez, eu diria realista, e preventivo.
Então me fiz mais perguntas...
Grande prova de confiança, é fechar os olhos a espera do beijo...
Sentir os lábios trêmulos se aproximarem dos seus...
Sentir o calor da boca alheia...
Sentir o cheiro de gente... E por momentos ouvir o próprio coração batendo compulsivamente...
Ouvir o barulho dos lábios se separando, o superior do inferior, e a língua se preparando...
E... por fim ainda, pode-se ouvir o coração alheio batendo apertado contra seu próprio peito..
Tudo isso, com os olhos fechados... Bem fechados...
Confiança?
Não! amor. Quando há amor, há confiança. Sem confiança ele pode ser chamado de qualquer coisa, menos amor.
Mania de nós seres humanos de nomear tudo! Pieguisse!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
{Des}desenhando
Aqueles momentos, talvez fases, eram de fato estranhos. Passava por tudo e todos sem escrúpulos.
O medo já não se via mais em seu caminho, havia acordado com saudade... Aquela melancolia de felicidade.
Era tempo de pensamentos profundos, de tentar entender, talvez eram pensamentos desperdiçados. Revoltas contra o sistema eram perceptíveis, ele não podia entender como a humanidade havia chegado a tal ponto.
Não bastava ser bom, e fazer o bem.
Não importava ser bom, o importante agora era PARECER bom...
PARECER honesto...
PARECER bonito...
PARECER inteligente...
Que mundo era aquele, se perguntava esporraticamente.
Que mundo era aquele?
Era um mundo em que papéis falavam por bocas de pessoas.
Era um mundo totalmente incrementato com grandiosa pompa de burocracia.
É... As pessoas gostavam de viver dificilmente...
As pessoas gostavam de conjugar o verbo PARECER, talvez até não gostassem , mas era o sistema que ditava tal. E ai de quem se opusesse.
O fato de nadar contra a maré nunca foi tomado como fato positivo.
As idéias permaneciam vivas... Os ideais talvez tivessem mudado de endereço.
A procura por respostas sempre acontecia, era reflexo!
As vontades eram outras, bizarras talvez, ao olhar comum sistemático.
Ele pouco se importava com o olhar alheio...
Era tempo de viver...
Era tempo em que a vida era um peso a ser carregado...
Era tempo de vida sem pensamento.
Era quente!
D.a.
O medo já não se via mais em seu caminho, havia acordado com saudade... Aquela melancolia de felicidade.
Era tempo de pensamentos profundos, de tentar entender, talvez eram pensamentos desperdiçados. Revoltas contra o sistema eram perceptíveis, ele não podia entender como a humanidade havia chegado a tal ponto.
Não bastava ser bom, e fazer o bem.
Não importava ser bom, o importante agora era PARECER bom...
PARECER honesto...
PARECER bonito...
PARECER inteligente...
Que mundo era aquele, se perguntava esporraticamente.
Que mundo era aquele?
Era um mundo em que papéis falavam por bocas de pessoas.
Era um mundo totalmente incrementato com grandiosa pompa de burocracia.
É... As pessoas gostavam de viver dificilmente...
As pessoas gostavam de conjugar o verbo PARECER, talvez até não gostassem , mas era o sistema que ditava tal. E ai de quem se opusesse.
O fato de nadar contra a maré nunca foi tomado como fato positivo.
As idéias permaneciam vivas... Os ideais talvez tivessem mudado de endereço.
A procura por respostas sempre acontecia, era reflexo!
As vontades eram outras, bizarras talvez, ao olhar comum sistemático.
Ele pouco se importava com o olhar alheio...
Era tempo de viver...
Era tempo em que a vida era um peso a ser carregado...
Era tempo de vida sem pensamento.
Era quente!
D.a.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
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