"Ele conversava com o invisível, sua voz estava trêmula.
Sentia medo. Sentia segurança ao ledao de alguém que não podia descrever.
Sentia saudade de alguém que podia sim descrever.
Queria o beijar.
O queria novamente.
Sim, mas ele não queria!
A vida parecia injusta às vezes.
Mas por outro lado, ela era maravilhosa
Felicidade absoluta ele não tinha, mas quem a tinha nos dias atuais vivídos?
Quem?
É ... Ainda o amava, apesar de tudo o amor ainda era fulminante...
Então resolveu escrever a ele...
Agora esperava ancioso um devaneio talvez...
Estava sentado em sua cama.
Ao seu lado a taça suja de vinho barato.
O cigarro aceso, a fumaça sobia vagarosamente desenhando estradas que o levariam a morte.
Ele tentava desbotar a imagem do seu amor .
Mas o amor se renovava dentro dele.
Seu amor era como a flor de lótus, que florecia só em meio a poluição.
Mas ele tinha dado sua cartada final.
Restava agora apenas esperar.
Mas ele não iria fazer isso por muito tempo.
Era tempo de mudanças.
Era tempo de idéias.
Era tempo de trabalho.
Era tempo de vida, de viver...
Viver cada dia mais."
Apertos de mão!!!!
D.a.
Ai que saudades de ti!
ResponderExcluirVivamos intensa e felizmente!
Amo-o!