" Os amanheceres turvos... Eles simplismente eram lindos, a cada dia mais. Eram doces e amargos ao mesmo tempo, afinal tudo tem seus dois lados! As reflexões continuavam. De forma gradativa e fortemente evoluídas.
Novos livros. Término de outros... E por aí ia... O esquecimento de determinados seres não era curial, mas ele sabia que seria, sim, um dia!
Novas pessoas... Novas amizades, (amizades por enquanto), novos pensamentos, e novamente: novas reflexões, e como não podia ser diferente, de brinde no pacote: DÚVIDAS!
Talvez novas esperanças, mas... acho que não, ele não se ligava mais muito a elas. Aquele tempo de viver de passado já era! Agora era desplanejar os velhos planos, acender um cigarro e beber um conhaque barato, até a cabeça não ser mais sentida!
Agora era nova hora.
Agora de fato seria o amanhã!
Agora era simplismente agora, e pronto!
Era incrível como existiam seres ignorantes. Talvez ele fosse um deles até, em determinado ponto focal... Ou não!
Apesar do frio, o vinho que bebia estava quente, certamente pelos seus bafejos na velha taça de vidro medíocre. Mas mesmo assim bebia, até devaneiar, e ver miragens psicodélicas...
E lá fora, o vento ventava....
Já era meio dia, mas ainda era uma turva manhã."
D.a.
Vamos nos entorpecer bebendo vinho?
ResponderExcluirSaudades!
...já era meio dia e ele cansado se sentia.
ResponderExcluirMas corria, era a hora de lutar
Passara o tempo de chorar
Ele precisava pensar
E estava tudo pronto a lhe esperar.
E vai passar!