sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Depois do trago.

O sentimento nulo toma conta de mim, e por momentos aquilo que tinha como certeza se desfaz, e nada mais sobra.
As pessoas?
Ah, essas pessoas, ... O que esperar delas?
Me armo novamente com meu pesado escudo a punho.
Retiro minha mascara, e desvendo minha face ferida.
O mundo vive num eterno e constante "baile de mascaras".
Mas chega uma hora do baile, que elas comecam a encomodar, e todos tem que retira-las.
Há os que dormem com elas, a esses eu chamo de fracos, apenas isso.
Vivo cercado de blocos.
Estou vazio, e por momentos ate me sinto oco.
Relembrar coisas vividas e ditas me fazem chorar.
Chorar por momentos de pena de mim mesmo, por ser tao besta e ingenuo.
Chorar, por dor, nao por saudade.
Chorar, por que tenho a ombridade de faze-lo.
Vivemos num mundo bandido.
Vivemos num mundo que é um contante espetaculo, mas as vezes "os atores" esquecem que todos passam pelo backstage...
Gente mediana.
Gente que se considera certinha e fere.
Fere por nao ter a capacidade de transmitir o que sente e deseja.
Gente que fede de tao social que é.
Gente sem sinceridade.
Gente que nao sabe o que quer.
Gente que é tudo, menos GENTE.

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