
As folhas caem.....
O vento está forte, está frio
Minha pele está se rachando....
Ouço vozes, elas gritam,
Não sei se gozam ou mutilam-se...
Estou com medo, ância, trêmu-lo...
Meu corpo já não corresponde minha mente...
Quero desvendar a incógnita,
Mas, gosto do anonimato funcional,
O vento está mais fraco agora,
Já posso sentir teu cheiro borbulhando no ar...
Teus passos na madeira, passos secos;
Já não há mais vento, nem brisa se quer...
E tu não aparecestes, meu cigarro me deixou tonto;
Diga-me o que eu quero ouvir, farei o que tu me ordenar.
Ontem a noite estava eu comentando ainda sobre a importância das mudanças em vidas de seres, no geral mesmo, mas em mote principal das pessoas. E a diferença de uma pra outra é fantástica. Há as apegadas ao extremo, que dificilmente mudam, como tambem hão, aquelas que assim como eu, são um verdadeiro relógio: mudando atd instante. Não diria que isso seja desapego, diria que aproveito tudo até o caroço, e quando não há mais polpa, é hora de partir para uma nova fruta!
Vivemos em mundo louco, não sobra tempo para nos apegarmos muito. Pra mim o apego excessivo anda junto com tradicionalidade, e se tem um adjetivo que me gera medo, este é a palavra "tradicional". Já para outros, a constante mudança, está aliada a falta de identidade, mas péra um pouco: não ter identidade fixa, não é ter uma identidade? Porra! a constante mudança gera um perfil, na minha opinião. Detesto aquela coisa planejada, aqueles mínimos detalhes aritméticamente articulados. Atenção! estamos no século XXI, (apesar de não parecer as vezes), estamos em tempo de "jogo de cintura", não que um bom plano não seja útil e necessário; um planejamento é bom sim, mas errado é apegar-se somente a ele, pois aí que entram os atores quadjuvantes da história, os chamados: contratempos, os quais não são muito amigos dos planos. Porém nunca vencem o jogo de cintura.
Em entrevista a Lilian Pacce, Alexandre Herchcovitch, fala sobre isso. A jornalista pergunta: -O que vale mais, uma ideia inovadora mal executada; ou uma classica executada com perfeição?
Alê responde: - Sem dúvida nenhuma, o que vale mais é uma ideia inovadora mal executada. O processo de execussão se melhora com o tempo, já a falta de criatividdae só aumenta com o tempo.
Bom... por hoje é isso... Momento mais papo-cabeça! Bom tambem... hehehehe!!
Mas então tá, abrasso a todos desse ser em constante metamorfose. Valew D.a.
"Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela opinião formada sobre tudo..."
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