domingo, 27 de setembro de 2009

Onde Ele está?

Where is my love?
Where is my love?
Horses galloping
Bring him to me
Where is my love?
Where is my love?
Horses running free
Carrying you and me
Where is my love?
Where is my love?
Safe and warm, so close to me
In my arms finally
There is my love
There is my love
Horses galloping
Bring him here to me
Where is my love?
Where is my love?

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Bad Trip

O quanto nos deixamos influenciar pelo humor dos outros?
Pensei muito sobre isso, agora pouco...
E novamente a resposta depende de quem se trata: "os outros".
Pois é, ultimamente pessoas que me cercam diarimente, estão com o humor péssimo, e...
Eu até tento abstrair, mas tem horas que essa "nuvem cinza", invade e toma conta de mim!
Todos tem direito de ficar de mau humor, certo?
Ok! Eu também o tenho, diariamente, logo cedo...
Mas tudo está no fato de como ele é expressado.
Gritos, "patadas", insultos, chingamentos...
É, de fato não há como não se deixar influenciar nesses casos.
E tudo atrasa com uma situação dessas, tudo mesmo!
E a felicidade? Onde ela habita?
Sabe que eu as vezes até me esqueço dela.
Literalmente estou chegando num ponto que a canseira está tomando conta de mim.
Tô realmente cansado, fisicamente e psicológicamente também.
Educação
Valores
Inteligência
Aparência
Lazer
Trabalho
Vontade as vezes de jogar tudo pro alto e cheirar cocaína até ter uma overdose.
Que venham boas ondas..... Só Bad trip por enquanto!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Tempos Modernos

E mais um dia chuvoso se materializa.
Talvez com ele venha o de sempre, e não ficarei repetindo todos esses tolos sentimentos.
Já ouvi falar tanto, em viver sem se pensar em futuro, e confesso que sinto inveja de quem o consegue.
Para esse ser, é algo impossível viver sem cogitar; é impossivel viver sem imaginar algo que quem sabe poderá acontecer;
é impossível não pensar no amanhã, no depois de amanhã, no ano que vem, em daqui duas horas...
Errado? Será? É possível sim!
E como já ouvi falar: - Dani vai com calma, não te joga de cara!
E confesso que isso é um exercíco contínuo em minha vida, mas é também um exercício nunca finalizado, sempre sem sucesso!
Não consigo não me jogar de cara. Sempre tenho que me doar por completo, sou assim! Isso é de mim! Isso sou eu!
Em tudo que faço não existe 50, 60, 90 ou 99%, é voltagem total sempre. O tombo consequentemente sempre é do último andar. No primeiro você cai de cara, e com o tempo penas vão crescendo em suas costas; e quando se dá por conta já têm asas, e plana sobre o cenário da vida.
Há poucos dias atrás, um amigo falou que "sou do mundo". Refleti muito na expressão, talvez metáfora.
Sou do mundo, ao respirar e ingerir tudo de novo que há.
Sou do mundo, por exalar esse cheiro de vida.
Talvez seja do mundo, por não ter medo dele; por cada dia que passa, ver que cada vez as chances diminuem pra mim, e simultâneamente os sonhos se renovam, se pintam de tonalidades diferentes, se reintegram. Novos projetos, novas idéias, novas vontades, ânseios, devaneios.
É, acho que não sou do mundo,
Eu sou da vida!

domingo, 20 de setembro de 2009

Dançando sobre a mesa

Oi docinho
Te vi duas vezes naquele show pop
Você parece som glitter misturado com rock n' roll
Acho que vocês são muito quentes, quentes
Eu gosto de você muito, muito
Sei que vocês acham que são especiais quando estamos dançando loucamente"Glamophonica"]Eletronica;
Discoteca, querido
Eu gosto muito, muito de você,
Todos que queremos é quente, quente
Garotos Garotos Garotos;
Nós gostamos de garotos em carros
Meninos meninos meninos
Comprem para nós drinques em bares
Meninos meninos meninos
Com spray de cabelo e jeans
Meninos meninos meninos
Amamos eles!
Bebê é um menino mau com tênis retrô.
Vamos lá ver The Killers e dar uns amassos na arquibancada
Eu gosto muito, muito de você.
Acho que você é muito quente, quente.
Vamos para a festa ouvir nosso camarada, O Dj
Não esqueça o meu batom,
Deixei-o no seu cinzeiro
Eu gosto muito, muito de você
Tudo que queremos é quente, quente
"Boys,boys,boys" Lady Gaga.















sábado, 19 de setembro de 2009

Cadê a Bula? Precisa?

Me espanto com a quantidade de coisas que não tem manual.
Me espanto com a quantidade de coisas indenomináveis.
É! ainda me espanto. E talvez enquanto me espantar, estarei vivendo. Sem graça gente que não acha graça em nada, ou pior, que " já viu tudo". Porra! Eu ainda não saltei de bund-jump, eu não conheço São Paulo, e nem li o Pequeno Príncipe. E sou menos gente por isso?
É talvez, um pouco sem-cultura, talvez. ( Tenho que ler o Pequeno Príncipe).
É, eu ainda me surpreendo sim! E levanto minhas mãos pro céu e grito e agradeço todos os dias por isso.
Brega? Clichê? Piegas? Caxias? Blá, blá, blá, blá?..........................
E me surpreendo as vezes por tão pouco, por "coisinhas", talvez bobas.
E as portas e janelas que abrem com leves brisadas?
E as folhas que caem no outono?
E os desenhos que os pneus desenham na lama?
Besta? Loucura? Viajem?
E aquelas pessoas que quando se está perto, dá aquele frio na barriga?
E aquelas que só ao pensar, ocore o mesmo?
E os olhares? Não os de paixão, os olhares puros, não fervorosos; os olhares calmos, precisos, que falam e não gritam, e esses?
E o "tocar"? O sútil toque, os beijos nos olhos, os pêlos a se roçarem?
E o cheiro do suor, que acalenta?
E o abraço noturno, em uma noite quente de verão?
E o sexo para brindar?
Talvez seja eu, muito interiorano, e me surpreenda com pouco.
Ou, talvez ainda, a humanidade esteja muito apressada, para sabe se lá o que... E não veja esses momentos que as vezes são frações de segundo.
Uma coisa é certa:
-Eu sou do mundo!
-Eu sou da vida!
-Eu vivo um dia por minuto.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Quarta ou quinta?


Hoje é quinta ou quarta?
Poderia bem ver no cantinho da tela do computador, mas prefiro escrever com essa dúvida, esse mistério, de qual dia da semana estamos. Sempre sonhei com um tempo que se possa viver sem tempo. Um tempo livre, sem contagens; sem barreiras, sem essas divisões, de segundo, minuto, hora, dia, semana, mês, ano...
Um tempo de viver sem se explicar.
Um tempo de largar seu próprio escudo protetor.
Um tempo novo, um tempo sem tempo, sem demarcações, sem dogmas, sem paradigmas.
(Eu não sou hippie), (risos).
Mas fato é que a gripe me visitará, eu acho. Está se anunciando já.
Ontem de fato foi um dia nada currial, não sei o que aconteceu, as lágrimas novamente me visitaram, e a visita foi longa! Soluçantemente chorei, sem nem saber o porquê. Talvez até saiba. Talvez por pensar demais.
Devia eu ser normal? Social? Politicamente correto?
É talvez!...
Mas aí não seria eu.
Sempre que tento resolucionar essa eterna busca, pelo compreendimento de fatos incompreensíveis, resulta nisso: pranto.
A vertigem também me visitou hoje, um sentimento estranho, que passa pelo meu corpo. Momentos que não aconteceram, mas que sinto falta.
É,... Mas prefiro assim, essa emergência pelo incomum, do que aquelas opiniões escrupulosas populares!
Tentar saber?
Tentar entender?
Será que é tão difícil?
As flores estão no velho vaso lascado, sobre a mesa cotidiana.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Contando...

Estava pensando: como os entardeceres de domingo são bucólicos, tristes, sensações de vertigem até me permeiam nesses momentos de transição para a segunda-feira; a qual também não é nada confortável. Talvez a coitada, carregue esse tabu, de início de semana, as vezes até me coloco em seu lugar, ... E, ... Não é fácil ser uma segunda-feira!
Mas como tudo na vida está cercado de excessões, eis que surge um bom entardecer de domingo, que tinha tudo para ser lânguido e melancólico. Era chuvosa a tarde, um pouco fria, nebulosa; Então descobri que lânguidos, bucólicos,tristes, não eram os entardeceres dominicais, e sim eu que os encarava daquela forma. A diferença era eu, o êxtase era eu, a felicidade era eu. Mas como?
Que liquidificação de sentimentos opostos eram esses?
O que havia de tão diferente, para tornar o que era absurdamente normal, em um mega saco de felicidade?
Fácil. A compania.
A compania de quem eu quero bem, e que me quer bem também.
Sorrisos, olhares, risadas, alegria, alegria, alegria. Amigos inéditos, programas perfeitos!
Mas a passagem de domingo para segunda era única: momentos de Déja vu, felicidade contida, ternura explícita, revelações mútuas, rompimentos de gargantilhas de cadeado, explicações particulares, significados íntimos.
Talvez o início?
Talvez sim.
Certeza de que gostar faz muito bem.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Submarino 1988

Os pingos da chuva, hoje nem parecem pingos, são fios extensos, fortes, vigorosos que descem diagonalmente de acordo com o vento.
Fortes ficam esses fios com o rajar do vento. Ele sopra e assobia descompassadamente num ritmo lânguido.
É incrível, como dias de chuva me fazem relembrar, me tornam um ser bucólico, me remetem a um passado intensamente vivído. E como esse exercício de recordar é bom, é energizante por momentos. Mas é só bom se feito dosadamente. Bom mesmo é agora, é o barulho das teclas do meu computador escrevendo essa combinação de palavras; é o som da trilha sonora da novela que minha mãe assiste; é a goteira que respinga ao cair; é o pensamento que não pára, é a mente que cogita, e cogita, e não pára de cogitar, são as mãos que tremem ao pensar; os cílios que trepidam, e o pensamento inciste ali, ele não desfoca.
Será?
Será que agora será?
Resta-me esperar, e deixar o desfeixo final, ou não-final, e sim sucessivo.
Peço ajuda a Martha Medeiros, ela sempre me dá bons conselhos, e desta vez sei que vai!
E a chuva?
Ela me acolhe, e eu sinto seus vigorosos pingos, ao cantar só de cueca sob ela.
Chuva e vento, amo como bala de goma.

sábado, 5 de setembro de 2009

O crente


Eu acredito em palavras ditas por determinadas pessoas.

Eu acredito ainda em ações de determinadas pessoas.

Eu acredito que hoje nada mais é, que um dia após o ontem.

Eu acredito no verbo inacreditar.

Eu ainda acredito no amor.

Eu ainda acredito que sonhar vale a pena. Talvez acredite, por valer mesmo.
Momentos, dias, sabores, conversas, aromas, vento.
Eu ainda o sinto, e sei que enquanto o sentir, que enquanto sentar-me no final da tarde, e apreciá-lo, como jamais apreciei alguém, sei que ainda estarei vivo.
Eu não só acredito na paixão, como já fui vítima da " moça". Relatos dizem ser uma boa experiência, e realmente, enquanto está em execução é. Mas o pós, nem sempre é recordativo positivamente.
Eu acredito em destino, acredito que tudo está traçado; acredito que nada é por acaso, acredito que o que será, será!
Eu acredito em algo maior, algo poderoso, algo motivador, algo reluzente, algo que transmita fé; eu acredito sim, em Deus.
Eu acredito em quem eu amo. Eu acreditei em quem eu amei, e continuo acreditando.
Eu acredito na verdade, e as vezes na mentira, enquanto ela ainda é verdade.
A música me faz acreditar na felicidade. O choro, me faz acreditar que o sofrimento é necessário. A taquicardia, me faz crer que tenho um coração pulsando ainda.
Apesar dos pesares, ainda acredito na vida.
Apesar de tudo, ainda acredito em mim, e sei que não me decepcionarei.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Discoteca temperada

No último sábado, comprei alguns cd's. Pois é, em tempos de revolução virtual, de MP3, 4, 5, 6, 7, 8, 9... E sei lá quantos mais MP's existem... Enfim.

As aquisições foram todas nacionais: " Chiaroscuro" da baiana Pitty; " Cinema" dos gaúchos da Cachorro Grande; e "drês" de Nando Reis, o qual já havia comprado para presentear uma amiga. Foram três belas compras.

No disco totalmente autobiográfico, do Nando, se encontram mais do que maravilhosas músicas. São poesias, ritmadas, de um momento íntimo que vai além do irreal. Nando Reis consegue surpreender, com um disco com belas baladas, e com uma pegada mais rock. Mas a letra que me encantou foi da ultima faixa, intitulada " Baby, eu queria". Segue abaixo a letra de talvez uma das mais lindas musicas de Nando Reis.

Baby eu queria, só te ver, hoje
Ver os seus olhos
Sentir o calor intenso das suas mãos
Baby eu queria
Que você fosse não

Baby eu queria te dizer, agora
Você vai embora
Levando o vapor e o vento das suas mãos
Baby eu queria
Ir nesse avião

Não quero deixar que a tristeza inunde o meu coração
Prefiro chorar
Com a certeza
De que essa paixão
Me fez
Um homem melhor
Depois de você
Baby eu queria te beijar, de novo

Sentir os seus lábios
E o sabor no silêncio da respiração
Baby eu queria
Ser o seu violão
Baby eu queria ficar com você, pra sempre

Ficar do seu lado
Ser seu amor eterno sua paixão
Baby eu só queria
Te dar a mão