"Me disse que chegaria por volta das 21 horas, mas duvidei daquilo...
E de fato estava certo, chegou antes, para minha alegria, com aquele sorriso cada vez mais fugaz.
Me abraçou, e simultâneamente me beijou. O abracei tão forte. O momento remetia a um mix de sentimentos...
E ele não parava de me surpreender, dessa vez houveram trocas de presente, e ... Por um momento senti que ele tinha uma bola de cristal, havia adivinhado o que eu realmente queria, mas depois entendi: ele me conhecia mesmo!
E a emoção me tomava...
E ele cada segundo que passava me surpreendia mais e mais. E um crucifixo dessa vez foi colocado em meu pescoço.
O tempo simplismente voava quando estávamos juntos. Talvez fossem os segundos e minutos mais vividos de toda minha vida.
E eu dizer EU TE AMO, não era mais o bastante, afinal, não era apenas o ato de verbalizar essa frase. Não!
O amava daquele geito, com problemas, com dúvidas, com medos, ...
Amava assim, com meus problemas...
Nos amávamos um ao outro como éramos, sem modificações...
Ele era completo, e eu agradecia currialmente...
O amava quando estava triste, e fazia de tudo para ajudar...
O amava quando eu estava triste, e ele fazia de tudo para me ajudar...
O amava quando tínhamos problemas...
O amava quando ele me olhava daquele seu geito, que só ele sabia...
Amava seus olhos azuis, que sabiam fazer seu trabalho.
Amava sua sinceridade...
Eu o amava por ele deixar amá-lo...
Eu o amava por poder sentir todo aquele amor mútuo.
Eu o amava por que havia respeito e confiança.
Eram dias quentes, com rajares de vento ao anoitecer.
Eram dias solitários fisicamente falando, porém, eram dias de uma compania estrondosa, que me elevava ao subconsciente, de forma psíquica.
Havia definitivamente chegado o tempo de amar.
De amar puramente, sem barreiras e fronteiras, sem explicação, sem conselhos, sem escrúpulos.
Era o nosso tempo. Meu e dele, e o resto não importava mais.
E agora, a cada vez que aquele cruscifixo se balançava em meu pescoço, podia senti-lo mechendo em meu rosto.
Ah esses momentos que são quase incompreensíves ...
ResponderExcluirConsigo te compreender!
Saudade