É de manhã, são 6:35, abro meus olhos, e já te amo.
Saio, pouco vestido: uma cueca, a corrente a mim presenteada por ti, e te amo no caminho.
No canto da boca, o cigarro inacabado da noite anterior, ascendo com o fósforo da cozinha.
Chego no banheiro, olho no espelho, atiro o toco de cigarro na privada, e me preparo para escovar os dentes...
... Saio do banheiro e assisto àquele amanhecer frívolo. Ascendo um novo cigarro,e o acompanho com uma caneca de café sem açúcar. E enquanto faço essa "refeição", te amo.
O dia está nublado, e quente tambem, faço meu trabalho, e durante cada segundo, cada momento, cada trepidação de folha, te amo.
Almoço. Meio dia. Feijão, arroz, e te amo.
Tarde quente, sol tímido...
Ligo o rádio, ouço aquela música dos Strokes, penso em ti, fecho os olhos e te amo.
É noite, e assim como o dia: quente.
E assim como durante todo o dia: TE AMO.
E a conclusão que eu chego, é que te amo o dia todo, o tempo todo.
Que os últimos dois meses, não deixei um minuto de te amar.
E hoje repenso em tudo que já passamos, e vejo que naquela tarde quente em que nos vimos a primeira vez, que naquele milésimo de segundo, nos vimos e nos apaixonamos.
E a cada dia que passa, tento sempre melhorar, para ti, para mim, para nós.
E tu me diz para viver mais o presente, e tu tá certo! E tento melhorar isso tambem...
Aí tu me olha, e fica me olhando por um tempão, e ficamos em silêncio, estamos em um patamar acima de verbalização, falamos a língua do amor, da sintonia, da paixão, do respeito.
E enquanto tu me olha, eu faço carinho na tua sobrancelha, aí tu fecha os olhos bem devagarinho, e eu sorrio sutilmente. E tu me vendo, fala bem baixinho: Eu te amo... E eu te amo tanto que não consigo falar nada. Só agradeço em pensamento, por ter sido presenteado com um amor perfeito.
Tu diz que está com sono, e pergunta se quero dormir. Mas eu não tenho sono, mas concordo em dormir. Tu te vira e eu te abraço, e faço carinho no teu cabelo até tu pegar no sono. E tu pega minha mão e aperta bem forte, aí eu não tenho mais medo de nada, me sinto protegido, aí uma lágrima corre cíclicamente por meu rosto, beijo tua nuca e durmo.
E mesmo durante o sono, te amo.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Remember

" E por mim a água corria...
Deslizava por aquele esguio corpo, me acalentava, me atiçava...
E ele, podia ver, ao fechar meus castanhos olhos.
Podia ainda sentir seu cheiro...
Podia o sentir em mim:
Pêlo no Pêlo
Olho no Olho
Boca à Boca
Sexo no Sexo
Mãos que deslizavam, assim como a água
Sussuros e verbalização do prazer intenso
O amor era exalado por nós assim como o suor no quente deserto...
O amor era nosso
Somente nosso
Nosso..."
domingo, 20 de dezembro de 2009
O patuá
"Me disse que chegaria por volta das 21 horas, mas duvidei daquilo...
E de fato estava certo, chegou antes, para minha alegria, com aquele sorriso cada vez mais fugaz.
Me abraçou, e simultâneamente me beijou. O abracei tão forte. O momento remetia a um mix de sentimentos...
E ele não parava de me surpreender, dessa vez houveram trocas de presente, e ... Por um momento senti que ele tinha uma bola de cristal, havia adivinhado o que eu realmente queria, mas depois entendi: ele me conhecia mesmo!
E a emoção me tomava...
E ele cada segundo que passava me surpreendia mais e mais. E um crucifixo dessa vez foi colocado em meu pescoço.
O tempo simplismente voava quando estávamos juntos. Talvez fossem os segundos e minutos mais vividos de toda minha vida.
E eu dizer EU TE AMO, não era mais o bastante, afinal, não era apenas o ato de verbalizar essa frase. Não!
O amava daquele geito, com problemas, com dúvidas, com medos, ...
Amava assim, com meus problemas...
Nos amávamos um ao outro como éramos, sem modificações...
Ele era completo, e eu agradecia currialmente...
O amava quando estava triste, e fazia de tudo para ajudar...
O amava quando eu estava triste, e ele fazia de tudo para me ajudar...
O amava quando tínhamos problemas...
O amava quando ele me olhava daquele seu geito, que só ele sabia...
Amava seus olhos azuis, que sabiam fazer seu trabalho.
Amava sua sinceridade...
Eu o amava por ele deixar amá-lo...
Eu o amava por poder sentir todo aquele amor mútuo.
Eu o amava por que havia respeito e confiança.
Eram dias quentes, com rajares de vento ao anoitecer.
Eram dias solitários fisicamente falando, porém, eram dias de uma compania estrondosa, que me elevava ao subconsciente, de forma psíquica.
Havia definitivamente chegado o tempo de amar.
De amar puramente, sem barreiras e fronteiras, sem explicação, sem conselhos, sem escrúpulos.
Era o nosso tempo. Meu e dele, e o resto não importava mais.
E agora, a cada vez que aquele cruscifixo se balançava em meu pescoço, podia senti-lo mechendo em meu rosto.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Lânguidez
...Tocava suas mãos em meu rosto, e eu apenas suspirava.Podia ouvir sua respiração ofegante.
Estávamos sentados na fina areia, eu podia sentir o cheiro do mar.
Agora suas mãos tocavam as minhas.
Seus olhos penetravam nos meus, e suas mãos continuavam a me tocar.
Olhares e toques
Toques e olhares
Não haviam palavras, era como um filme do Chaplin.
Nossos cabelos crespos se emaranhavam.
E por entre a areia, se conseguia distinguir os corpos nus.
E por entre o vento se podia sentir o cheiro distinto de cada um.
E o tempo ia passando marcantemente ascelerado, mas não tínhamos pressa!
Tínhamos nosso próprio tempo, tínhamos todo o tempo do mundo.
Tínhamos um ao outro, e isso era o bastante naquele momento.
Ascendia um cigarro, eu gostava mais do final...
O final do cigarro sempre era mais forte, mais amargo, e me deixava tonto, e eu gostava daquela sensação de vertigem...
Aí fechava meus olhos, e num estalo sentia seus lábios nos meus, me beijando lentamente.
Aquele beijo demosntrava todo seu amor.
O roçar das barbas, o toque dos cabelos, o barulho do beijo, o cheiro de mar, a sensação de vida que pairava naquele ar.
Tudo aquilo me fazia cada vez mais feliz. E confesso a mim mesmo que nem sabia ser capaz de carregar toda aquela felicidade comigo.
E estávamos ali a mercê de toda a paixão existente entre dois seres.
E não precisavam palavras, elas sobravam entre nós.
E não precisavam provas, nem recompensas para nada, o amor mútuo bastava.
Trrrrrrrriiiiiiiiiiiimmmmmmmmmm
Trrrrrrrriiiiiiiiiiiimmmmmmmmmm
(despertador) 7:30 da manhã
Contudo era tudo aquilo um sonho. Mas não apenas um sonho. Uma releitura do real.
domingo, 22 de novembro de 2009
80
Eram aproximadamente cinco e meia da tarde, eu acho,... Estava nu no banheiro, esperava o água do chuveiro esquentar. Ouço um suposto batido na porta, mas de antemão pensei ser na porta ao lado. Fechei o chuveiro, esperei... E novamente, agora mais forte que da primeira, ouço as batidas na minha porta.
Não achava mais minha roupa, e um segundo daqueles parecia uma hora...
Me vesti finalmente, e abri. Havia chegado mais cedo que o dito por ele. Como sempre: me surpreendia.
Acho que posso viver por mais 200 anos, mas nunca me esquecerei, da imagem, daquela expressão ao abrir a porta. Ele estava mais lindo que o costume. Vestia um jeans, e uma camiseta preta. Mas não era isso que me referia, me referi, a seu olhar, que estava mais forte.
Ele tinha essa maneira linda de sorrir somente com os olhos, mas dessa vez ele caprichava, e confesso até, que aquilo me encabulava. Seu sorriso, já era maior que aquele de letras maiúsculas, havia atingido um patamar que me fazia entrar em êxtase, somente em vê-lo assim.
Nos beijamos, e o beijo tambem já tinha mudado. Tinha evoluído, o que era bom agora era ótimo.
-Tenho que tomar banho, estou fedido...
Ele não estava nada, estava perfeito daquele jeito. Mas não me opus.
Nos olhávamos tanto...
Brincávamos tanto um com o outro...
E por momentos eu entrava dentro da menina do olho dele, e me perguntava, se era digno de tanto. Entrava e ficava lá. Ele falava que me amava, e eu o amava tanto, mas aquele amor era tão fugaz, tão intenso, tão real, que não sabia como definir aquilo pra ele.
-Eu amo mais, dizia eu.
E as horas pareciam milésimos de segundo. Ele me chamava de mosquito!
Estávamos ali, a mercê de todo amor. Todo amor que existia no universo, toda forma pura de amar, toda forma terna de amar.
Estávamos ali... Atirados em uma cama, um sobre o outro alternadamente. Beijos, carícias, roçares dos sexos rígidos.
Estávamos ali, e nada mais importava.
E os nossos olhares falavam por nossas bocas. Já não era preciso a frase: EU TE AMO.
A sintonia mútua, anunciava já.
E todo aquele sentimento que envolvia aquele conjunto de tempo, era indiscritível. E a felicidade se tornava obrigatória diante daquilo tudo.
O carinho, o macio do cabelo, aqueles claros olhos, o corpo esguio que não desgrudava do meu, as sardas proporcionalmente espalhadas por suas costas, o toque das mãos, os lábios e seus beijos, os pés que cosqueavam os meus.
Mas os minutos não paravam, e a despedida se anunciava novamente.
Como da outra vez, triste eu ficava, por ter que me separar. Novamente lágrimas se materializavam dentro de mim.
-Me acompanha até a porta? perguntou ele docemente.
Fui, e o beijei como se fosse da última vez. O amava tanto, e sentia a reciprocidade.
A porta se fechou, e a imagem que ficava, era de seu sorriso de olhos me falando de coisas de amor.
Sentei-me desta vez na janela, a espera de sua passagem, a sete andares abaixo. Logo o vejo, e tão logo ele olha para cima, acenamos um ao outro. Esperei seu carro sair da garagem, e assim que saiu me direcionei para o lado oposto e observei a estrada. Estrada a qual ele passaria, e aguardei até o ver passar, e fui acompanhando os faróis, até eles sumirem.
Esta foi a última imagem vista daquele momento. Aquele simplismente agora era um dos momentos, pois outros tão ou mais intensos ainda viriam.
E o medo dava lugar a certeza.
A certeza que o amava, e que isso era um ciclo entre nós dois.
Não achava mais minha roupa, e um segundo daqueles parecia uma hora...
Me vesti finalmente, e abri. Havia chegado mais cedo que o dito por ele. Como sempre: me surpreendia.
Acho que posso viver por mais 200 anos, mas nunca me esquecerei, da imagem, daquela expressão ao abrir a porta. Ele estava mais lindo que o costume. Vestia um jeans, e uma camiseta preta. Mas não era isso que me referia, me referi, a seu olhar, que estava mais forte.
Ele tinha essa maneira linda de sorrir somente com os olhos, mas dessa vez ele caprichava, e confesso até, que aquilo me encabulava. Seu sorriso, já era maior que aquele de letras maiúsculas, havia atingido um patamar que me fazia entrar em êxtase, somente em vê-lo assim.
Nos beijamos, e o beijo tambem já tinha mudado. Tinha evoluído, o que era bom agora era ótimo.
-Tenho que tomar banho, estou fedido...
Ele não estava nada, estava perfeito daquele jeito. Mas não me opus.
Nos olhávamos tanto...
Brincávamos tanto um com o outro...
E por momentos eu entrava dentro da menina do olho dele, e me perguntava, se era digno de tanto. Entrava e ficava lá. Ele falava que me amava, e eu o amava tanto, mas aquele amor era tão fugaz, tão intenso, tão real, que não sabia como definir aquilo pra ele.
-Eu amo mais, dizia eu.
E as horas pareciam milésimos de segundo. Ele me chamava de mosquito!
Estávamos ali, a mercê de todo amor. Todo amor que existia no universo, toda forma pura de amar, toda forma terna de amar.
Estávamos ali... Atirados em uma cama, um sobre o outro alternadamente. Beijos, carícias, roçares dos sexos rígidos.
Estávamos ali, e nada mais importava.
E os nossos olhares falavam por nossas bocas. Já não era preciso a frase: EU TE AMO.
A sintonia mútua, anunciava já.
E todo aquele sentimento que envolvia aquele conjunto de tempo, era indiscritível. E a felicidade se tornava obrigatória diante daquilo tudo.
O carinho, o macio do cabelo, aqueles claros olhos, o corpo esguio que não desgrudava do meu, as sardas proporcionalmente espalhadas por suas costas, o toque das mãos, os lábios e seus beijos, os pés que cosqueavam os meus.
Mas os minutos não paravam, e a despedida se anunciava novamente.
Como da outra vez, triste eu ficava, por ter que me separar. Novamente lágrimas se materializavam dentro de mim.
-Me acompanha até a porta? perguntou ele docemente.
Fui, e o beijei como se fosse da última vez. O amava tanto, e sentia a reciprocidade.
A porta se fechou, e a imagem que ficava, era de seu sorriso de olhos me falando de coisas de amor.
Sentei-me desta vez na janela, a espera de sua passagem, a sete andares abaixo. Logo o vejo, e tão logo ele olha para cima, acenamos um ao outro. Esperei seu carro sair da garagem, e assim que saiu me direcionei para o lado oposto e observei a estrada. Estrada a qual ele passaria, e aguardei até o ver passar, e fui acompanhando os faróis, até eles sumirem.
Esta foi a última imagem vista daquele momento. Aquele simplismente agora era um dos momentos, pois outros tão ou mais intensos ainda viriam.
E o medo dava lugar a certeza.
A certeza que o amava, e que isso era um ciclo entre nós dois.
domingo, 15 de novembro de 2009
E...
E é tão bom falar de amor, não?
Não!
Melhor que isso, só o sentindo. É, só sentindo.
E os segundos passam, a temperatura varia inconstantemente...
Anoitece, amanhece, reanoitece, reamanhece, e ele está ali.
Forte, cada vez mais.
Bonito
Puro
Terno
Ele está ali, mas ELE não! Está um pouco longe fisicamente, mas o sentimento é sentido a cada rajada de vento.
O amor é sentido a cada observar de folha, que pendurada, trepida à brisa.
O amor é sentido a cada novo aroma descoberto.
O amor é sentido a cada vez que se olham, a cada vez que se falam, a cada vez que o telefone toca.
O amor é sentido a cada piscar de olhos, a cada entreolhar, a cada entrelágrima...
E o sentimento é tão forte que não há descrição.
E falar: EU TE AMO, parece não bastar mais.
E a paixão não pára.
E o Lenine já falou em sua canção " Paciência": - E a vida é tão rara, a vida não pára...
E te amar me faz tão bem.
E te amar me faz melhor...
Me faz crescer...
Me faz homem...
Me faz Gente.
És tão especial. E parece que a vida sem esse leão, não é vida.
E parece que as dificuldades, só ajudam, e fortalecem esse sentimento.
E a saudade desses claros olhos, fazem as lágrimas escorrerem ciclicamente.
Não!
Melhor que isso, só o sentindo. É, só sentindo.
E os segundos passam, a temperatura varia inconstantemente...
Anoitece, amanhece, reanoitece, reamanhece, e ele está ali.
Forte, cada vez mais.
Bonito
Puro
Terno
Ele está ali, mas ELE não! Está um pouco longe fisicamente, mas o sentimento é sentido a cada rajada de vento.
O amor é sentido a cada observar de folha, que pendurada, trepida à brisa.
O amor é sentido a cada novo aroma descoberto.
O amor é sentido a cada vez que se olham, a cada vez que se falam, a cada vez que o telefone toca.
O amor é sentido a cada piscar de olhos, a cada entreolhar, a cada entrelágrima...
E o sentimento é tão forte que não há descrição.
E falar: EU TE AMO, parece não bastar mais.
E a paixão não pára.
E o Lenine já falou em sua canção " Paciência": - E a vida é tão rara, a vida não pára...
E te amar me faz tão bem.
E te amar me faz melhor...
Me faz crescer...
Me faz homem...
Me faz Gente.
És tão especial. E parece que a vida sem esse leão, não é vida.
E parece que as dificuldades, só ajudam, e fortalecem esse sentimento.
E a saudade desses claros olhos, fazem as lágrimas escorrerem ciclicamente.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Eram vibrações que acalentavam
Aquele olhar me instigava, e eu queria mais e mais, eu o queria mais e mais.
Seus claros olhos haviam me dopado.
Mas eu não o tinha fisicamente, naquele instante.
A vida tinha tomado proporções doidas. Não sabia mais nada, não que isso fosse novidade para ele. E novamente a velha pratica da comparação se fazia presente. Ela dizia, mostrava, e até argumentava.
Tudo vivido até ali se tornara tão minúsculo, comparado aos ultimos dez dias...
Tudo até ali era apenas passado, por mais piegas e antiquado que isso posso ser!
Tudo até naquele momento era nada.
E naquele momento em que se aproximava, (eu já o esperava), o vi de longe, e logo mudei a diração do olhar, fingindo tranquilidade, e uma certa indiferença, (porém me corroía por dentro de ansiedade).
Naquele momento senti que o elo era fechado, e que esse sim seria definitivo.
Vieram as conversas, a ânsia de auto apresentação, as perguntas, as respostas, as dúvidas, as experiências... E tudo isso era regado a medo.
Mas a cada segundo que se passava, o elo se tornava mais forte, e o meu medo tambem.
O assunto não era limitado, fluía...
E quanto mais conhecia, mais eu queria.
E só depois veio o beijo.
E só depois veio o toque.
E só depois o medo foi embora, (em partes).
E só depois o desejo foi assumido.
As dificuldades existiam, e estavam mais que vivas. Mas nós estávamos mais vivos que elas!
Elas se faziam mais que presentes, e ele sempre se perguntava, como poderíamos tornar tudo mais fácil?
E eu respondia: -Não sei! por que de fato não sabia e ainda não sei. Talvez saiba, mas talvez tenha medo tambem de sugerir.
E naquele momento as palavras já não se faziam tão presentes quanto antes. Agora era a vez daqueles olhares, os que falam do coração.
Os olhares sem medo.
Os olhares que gritam em silêncio.
Os olhares que não podem ser substituídos por nenhum conjunto de palavras.
Os olhares sem idioma.
E naquele momento a paixão nascia.
E era tão linda, e eu sabia... Que nada daquilo era por acaso.
E dez dias tinham se passado, e parecia impossível o sentimento se multiplicar tanto e simultâneamente, a cada dia.
Era tudo inédito, era tudo ótimo.
A sensação do amor era bela, e acalentava. Esquecia-se de tudo que fazia mal, e à cabeça vinham só imagens de leão.
A sensação era única, e parecia ser infinita.
Essa sensação de surpresa era edificante.
É...
E dez dias haviam se passado, contudo o amor só crescia, e se tornava cada vez mais, mais visível.
Eram vibrações que acalentavam.
E pela primeira vez não se sentia mais só, e nem procurava a solidão.
Pela primeira vez sentia o amor em estado bruto.
Seus claros olhos haviam me dopado.
Mas eu não o tinha fisicamente, naquele instante.
A vida tinha tomado proporções doidas. Não sabia mais nada, não que isso fosse novidade para ele. E novamente a velha pratica da comparação se fazia presente. Ela dizia, mostrava, e até argumentava.
Tudo vivido até ali se tornara tão minúsculo, comparado aos ultimos dez dias...
Tudo até ali era apenas passado, por mais piegas e antiquado que isso posso ser!
Tudo até naquele momento era nada.
E naquele momento em que se aproximava, (eu já o esperava), o vi de longe, e logo mudei a diração do olhar, fingindo tranquilidade, e uma certa indiferença, (porém me corroía por dentro de ansiedade).
Naquele momento senti que o elo era fechado, e que esse sim seria definitivo.
Vieram as conversas, a ânsia de auto apresentação, as perguntas, as respostas, as dúvidas, as experiências... E tudo isso era regado a medo.
Mas a cada segundo que se passava, o elo se tornava mais forte, e o meu medo tambem.
O assunto não era limitado, fluía...
E quanto mais conhecia, mais eu queria.
E só depois veio o beijo.
E só depois veio o toque.
E só depois o medo foi embora, (em partes).
E só depois o desejo foi assumido.
As dificuldades existiam, e estavam mais que vivas. Mas nós estávamos mais vivos que elas!
Elas se faziam mais que presentes, e ele sempre se perguntava, como poderíamos tornar tudo mais fácil?
E eu respondia: -Não sei! por que de fato não sabia e ainda não sei. Talvez saiba, mas talvez tenha medo tambem de sugerir.
E naquele momento as palavras já não se faziam tão presentes quanto antes. Agora era a vez daqueles olhares, os que falam do coração.
Os olhares sem medo.
Os olhares que gritam em silêncio.
Os olhares que não podem ser substituídos por nenhum conjunto de palavras.
Os olhares sem idioma.
E naquele momento a paixão nascia.
E era tão linda, e eu sabia... Que nada daquilo era por acaso.
E dez dias tinham se passado, e parecia impossível o sentimento se multiplicar tanto e simultâneamente, a cada dia.
Era tudo inédito, era tudo ótimo.
A sensação do amor era bela, e acalentava. Esquecia-se de tudo que fazia mal, e à cabeça vinham só imagens de leão.
A sensação era única, e parecia ser infinita.
Essa sensação de surpresa era edificante.
É...
E dez dias haviam se passado, contudo o amor só crescia, e se tornava cada vez mais, mais visível.
Eram vibrações que acalentavam.
E pela primeira vez não se sentia mais só, e nem procurava a solidão.
Pela primeira vez sentia o amor em estado bruto.
sábado, 7 de novembro de 2009
Sol novo
Eles queriam que não amanhecesse naquele dia, porém um não sabia desse desejo do outro. Ambos queriam aquele momento infinito, e ambos não sabiam.
Contudo amanheceu. Amanheceu um sol que queimava, em um dia abafado de verão, por entre os prédios, por entre todo aquele cimento, os raios do sol desenhavam figuras geométricas.
A cama estava quente, nós estávamos quentes. Um pouco quentes do calor, um pouco bastante de nós mesmos.
Os suores se misturavam, o cheiro diferenciado de pele.
O cheiro de sua pele que me instigava.
Seu cabelo exalava um aroma ainda melhor. O momento era de silêncio, não que não houvesse mais assunto, havia sim! Mas ambos previam a pseudoseparação, que ocorreria em instantes.
Observava a rachadura na parede, o desenho que os raios do sol projetavam na parede oposta.
Ouvia os sons, os mais diversos: buzinas incessantes, motores de carros, conversas, batidas. Aproveitava cada segundo, sentia tudo.
Ele olhava-me com seus claros olhos, como se quizesse me dizer algo, talvez quizesse mesmo. Previa ser tudo muito novo e inédito para ele, e era sim.
Mas o que me deixava pasmo era eu, que estava por muitas vezes sem ação, e tambem tudo me era inédito!
Ele foi tomar banho, enquanto aquilo, fumei um cigarro.
Ao acabar era minha vez, tomei banho me vesti, e fomos tomar café. Foi um café também silencioso, olhares, mas dessa vez novos olhares. Senti a diferença naqueles olhares, eles não se desviavam mais, eles tinham coragem agora, me infrentavam, me causavam curiosidade, eram fortes. E eu já não sabia mais o que sentia, e nem o que aqueles olhares diziam.
Fim de café, era hora da despedida. Eu o abracei e novamente vi a rachadura da parede, lágrimas internas se faziam vivas, vontade era de não sair daquele milésimo de segundo, vontade era de morrer ali, daquele jeito, eternizar aquilo.
Mas o tempo não é bobo, e anda dilacerante, freneticamente ritmado.
Acenos na janela, pensamentos soltos, vagos, uma saudade inexplicável. Saudade de segundos. Saudades.
Era hora de filosofar.
Era hora de pensar.
Era hora de voltar ao fantástico mundo de Alice.
Não!
Não era hora de nada disso.
Era apenas hora de amar.
Amar a cada segundo, a cada desenho novo de nuvem.
Amar a cada rajada de vento com poeira que deixa os olhos lacrimejando.
Amar a cada segunda, a cada força executada.
Amar a cada grito que nos invade.
Amar sem força.
Amar simplismente.
Amar como quem canta por prazer.
Amar como quem se realiza.
Amar pessoas com o sorriso aquele de letra maiúscula.
Contudo amanheceu. Amanheceu um sol que queimava, em um dia abafado de verão, por entre os prédios, por entre todo aquele cimento, os raios do sol desenhavam figuras geométricas.
A cama estava quente, nós estávamos quentes. Um pouco quentes do calor, um pouco bastante de nós mesmos.
Os suores se misturavam, o cheiro diferenciado de pele.
O cheiro de sua pele que me instigava.
Seu cabelo exalava um aroma ainda melhor. O momento era de silêncio, não que não houvesse mais assunto, havia sim! Mas ambos previam a pseudoseparação, que ocorreria em instantes.
Observava a rachadura na parede, o desenho que os raios do sol projetavam na parede oposta.
Ouvia os sons, os mais diversos: buzinas incessantes, motores de carros, conversas, batidas. Aproveitava cada segundo, sentia tudo.
Ele olhava-me com seus claros olhos, como se quizesse me dizer algo, talvez quizesse mesmo. Previa ser tudo muito novo e inédito para ele, e era sim.
Mas o que me deixava pasmo era eu, que estava por muitas vezes sem ação, e tambem tudo me era inédito!
Ele foi tomar banho, enquanto aquilo, fumei um cigarro.
Ao acabar era minha vez, tomei banho me vesti, e fomos tomar café. Foi um café também silencioso, olhares, mas dessa vez novos olhares. Senti a diferença naqueles olhares, eles não se desviavam mais, eles tinham coragem agora, me infrentavam, me causavam curiosidade, eram fortes. E eu já não sabia mais o que sentia, e nem o que aqueles olhares diziam.
Fim de café, era hora da despedida. Eu o abracei e novamente vi a rachadura da parede, lágrimas internas se faziam vivas, vontade era de não sair daquele milésimo de segundo, vontade era de morrer ali, daquele jeito, eternizar aquilo.
Mas o tempo não é bobo, e anda dilacerante, freneticamente ritmado.
Acenos na janela, pensamentos soltos, vagos, uma saudade inexplicável. Saudade de segundos. Saudades.
Era hora de filosofar.
Era hora de pensar.
Era hora de voltar ao fantástico mundo de Alice.
Não!
Não era hora de nada disso.
Era apenas hora de amar.
Amar a cada segundo, a cada desenho novo de nuvem.
Amar a cada rajada de vento com poeira que deixa os olhos lacrimejando.
Amar a cada segunda, a cada força executada.
Amar a cada grito que nos invade.
Amar sem força.
Amar simplismente.
Amar como quem canta por prazer.
Amar como quem se realiza.
Amar pessoas com o sorriso aquele de letra maiúscula.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Durante o intervalo comercial
Devia passar já das onze da noite, era uma noite quente.
- Tu prefere jantar na parte de cima, ou na de baixo?
Era um restaurante a beira de uma rodovia, aconchegante, gostoso. Mas o mais fascinante, o que tornava fascinante, era sim a companhia.
-Por mim pode ser na parte de cima, quero fumar!
Sentou-se a mesa, a minha frente. Eu o olhei, porém ainda ele não suportava muito tempo meu olhar. Seus claros olhos piscavam e sorriam sem a boca, e a cada sorriso minha paixão se tornava mais fulminante.
-O que vai pedir?
Era tudo eu quem decidia? Mas sabia que ele estava sendo educadíssimo, afinal eu era novo ali.
-Quero massa! Com esse molho de frango. ... Tu gosta de salada? Vamos pedir essa?
Ele concordara. Fumei um cigarro, ele já estava na metade do seu. Tinha uma maneira peculiar em exalar a fumaça. Era belo, era jovem, era sedutor... Ele me envolvia, me deixava louco, mas eu não demonstrava isso.
O jantar chegou, a comida era ótima. Massa ele não comeu, ficou nos vejetais somente, eu era de carboidrato, e avancei. Enquanto comia eu o olhava, não conseguia parar. Observava cada trepidação de seu corpo. Estava lindo, era lindo, me fazia lindo, juntos éramos lindos. Me bateu uma melancolia derrepente, até agora não sei ao certo o motivo daquilo. Fui ao banheiro, voltei. Ele fumava, ascendi meu cigarro... Me falou que estava muito quieto, e estava mesmo, como falei antes, não existia explicação concisa.
-Vamos embora?
No caminho conversas paralelas... Conversas de percurso, conversas para se pensar...
No quarto, corpos sem camisa, e sem calça, vestidos apenas para o sono. E quem sentiria sono em uma noite daquelas? Era uma noite sem tempo para bobagens como o sono. Era noite em que se olhavam, noite que se tocavam, noite que se sentiam, noite em que os corações dilaceravam, noite que se amava. O cheiro de seu cabelo, era exalado naturalmente. Seus crespos fios embaralhavam-se aos meus, narizes brincavam, cílios cosqueavam, a saliva quente, os lábios macios ...
Corpos brancos, corpos com sardas, que se roçavam, desejo exibido de ambos.
Eram noites quentes...
Eram tristes amanheceres...
Amanheceres em que se acenava na janela, assistindo a ida de um amor.
Eram dias de leões.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
A surpresa da SURPRESA
Sabe aqueles dias que passam, e... deixam uma saudade que chega até a doer?
Sabe aquelas noites que não se dorme? Noites com poucas palavras. Noites que se vela o sentimento, noites do amor puro...
E, sabe o destino?
E os leões? E sua jubas?
São leões que se acalentam com suas jubas...
São dóceis leões, que só querem viver, um segundo por vez...
E sabe aquela arte de expressar a opinião?
E sabe aquelas opiniões que divergem das suas próprias? Que te fazem pensar... é, fazem pensar! e pensar é bom!
E as surpresas? A arte de surpreender, é para poucos...
E sabe aquelas pessoas? Aquelas pessoas: - GENTE..
Que não só ouvem, mas falam também...
Que olham nos olhos,( e as vezes, não suportam a força do olhar), que falam com os olhos...
Que tem temperatura...
Que executam as coisas na hora certa...
Noites quentes, dias mais ainda...
O suor, o cheiro de gente, o cheiro de pele...
Teu misterioso frio, meu incessante calor...
O roçar da barba, tuas cócegas...
Mordidas, manchas na tua pele branca, tuas sardas, tua juba...
Tua timidez, meu sexo rígido... teus claros olhos, minha quente boca...
Teu sorriso natural, teus olhos sorrindo junto...
Poucas palavras, sentimento a flor da pele...
Além de qualquer palavra ele estava lá nos velando, o SENTIMENTO.
Gosto muito de você, leãozinho...
Sabe aquelas noites que não se dorme? Noites com poucas palavras. Noites que se vela o sentimento, noites do amor puro...
E, sabe o destino?
E os leões? E sua jubas?
São leões que se acalentam com suas jubas...
São dóceis leões, que só querem viver, um segundo por vez...
E sabe aquela arte de expressar a opinião?
E sabe aquelas opiniões que divergem das suas próprias? Que te fazem pensar... é, fazem pensar! e pensar é bom!
E as surpresas? A arte de surpreender, é para poucos...
E sabe aquelas pessoas? Aquelas pessoas: - GENTE..
Que não só ouvem, mas falam também...
Que olham nos olhos,( e as vezes, não suportam a força do olhar), que falam com os olhos...
Que tem temperatura...
Que executam as coisas na hora certa...
Noites quentes, dias mais ainda...
O suor, o cheiro de gente, o cheiro de pele...
Teu misterioso frio, meu incessante calor...
O roçar da barba, tuas cócegas...
Mordidas, manchas na tua pele branca, tuas sardas, tua juba...
Tua timidez, meu sexo rígido... teus claros olhos, minha quente boca...
Teu sorriso natural, teus olhos sorrindo junto...
Poucas palavras, sentimento a flor da pele...
Além de qualquer palavra ele estava lá nos velando, o SENTIMENTO.
Gosto muito de você, leãozinho...
sábado, 24 de outubro de 2009
Dopando
Sinto-me simplismente sem nada.
Sinto-me fugazmente só, totalmente só.
Estou rodeado de tantos blocos.
Blocos cinzas, ora arenosos, ora de espuma.
grito, mas minha voz não sai do fundo da garganta.
Fujo de minha sombra, fujo de mim.
Ouço um zunido agudo, fluído a mais outros sons.
Psicodelia.
Vertigem.
Hidrofobia.
Confundo a realidade com meus sonhos.
Não sei mais definir o real do inventado.
A pele anestesiada, a voz improjetável, o cabelo intacto.
A tremedeira, as mãos que não obedecem...
O sexo rídido, doce ereção.
O pânico assombrando e temperando tudo.
Lugares peuqenos/ Medos maiores.
Sede
Vontade
Gana
Sonho de gente.
Sonho de saber de fato sonhar. Tantas vontades desperdiçadas. Tantas palavras não ditas e somente pensadas, que deveriam ter sido verbalizadas. Tantas paixões interrompidas, queria eu retomar cada uma delas a seu tempo, e continuar...
Tanta gente, e tão pouca gente de verdade.
Sinto-me eu, e eu apenas comigo mesmo. Sou meu próprio tesouro, sou o próprio mapa desse tesouro. Sou eu em companhia de mim.
Sou eu e nada. Mas sou feito de gente, gente de verdade. Gente de verdade não tem firulações. Gente de verdade é rara. Gente mesmo, fala, pensa, chora, caga, transa, canta, conta, pisa, olha, pisca, ri, pega o ônibus, perde o ônibus, deseja, almeja, ama, tem amigos, morre por eles, se apaixona, se desapaixona, muda, não tem medo de mudar, larga tudo, pega tudo, vive de passagem, vive fixamente, se deixa apaixonar, experimenta, aconselha, sintoniza-se,...
Parece sútil, e é! E por isso é tão complicado.
Sinto-me fugazmente só, totalmente só.
Estou rodeado de tantos blocos.
Blocos cinzas, ora arenosos, ora de espuma.
grito, mas minha voz não sai do fundo da garganta.
Fujo de minha sombra, fujo de mim.
Ouço um zunido agudo, fluído a mais outros sons.
Psicodelia.
Vertigem.
Hidrofobia.
Confundo a realidade com meus sonhos.
Não sei mais definir o real do inventado.
A pele anestesiada, a voz improjetável, o cabelo intacto.
A tremedeira, as mãos que não obedecem...
O sexo rídido, doce ereção.
O pânico assombrando e temperando tudo.
Lugares peuqenos/ Medos maiores.
Sede
Vontade
Gana
Sonho de gente.
Sonho de saber de fato sonhar. Tantas vontades desperdiçadas. Tantas palavras não ditas e somente pensadas, que deveriam ter sido verbalizadas. Tantas paixões interrompidas, queria eu retomar cada uma delas a seu tempo, e continuar...
Tanta gente, e tão pouca gente de verdade.
Sinto-me eu, e eu apenas comigo mesmo. Sou meu próprio tesouro, sou o próprio mapa desse tesouro. Sou eu em companhia de mim.
Sou eu e nada. Mas sou feito de gente, gente de verdade. Gente de verdade não tem firulações. Gente de verdade é rara. Gente mesmo, fala, pensa, chora, caga, transa, canta, conta, pisa, olha, pisca, ri, pega o ônibus, perde o ônibus, deseja, almeja, ama, tem amigos, morre por eles, se apaixona, se desapaixona, muda, não tem medo de mudar, larga tudo, pega tudo, vive de passagem, vive fixamente, se deixa apaixonar, experimenta, aconselha, sintoniza-se,...
Parece sútil, e é! E por isso é tão complicado.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Chutando cachorro morto
Novamente me pego a refletir. Aqui com meu cigarro, nesta mesma cama, que era vestida com lençóis verde-claros, que agora veste-se com azuis. Aqui com o barulho da descarga do banheiro, recentemente acionada; aqui onde vejo de relance a tela que retrata o busto de uma oriental.
As meias esquentam meus pés, a geladeira acaba de ligar seu motor, o relógio assume um ritmo dilacerante, e os grilos juntamente ao coachar dos sapos, me encomodam. A madeira da casa esporradicamente apresenta ruídos, ouço tosse. O cigarro se encontra pela metade. E nada acontece. Ultimamente, minha vida toda se resume nessa ultima frase: -NADA ACONTECE! ou melhor, acontece não acontecendo, acontece de forma não pretendida.
A merda dos projetos. A porra da engenharia dos planos. Esse cú!. Não estou com raiva, nem estou irritado. Na verdade não sei o que estou... Estou vivo apenas.
E as perguntas permeiam, e invadem-me, e ofuscam-me, e irritam-me, tiram-me o sossego essas dúvidas. Será como sou aos olhos dos mais diversos seres? O que aparento ser? O que sou? O que pensam que sou?
Muitos podem achar besteira, preocupar-se com o que pensam ao nosso respeito, confesso já ter pensado assim. Confesso tambem ter mudado de idéia nesse quezito. E o que vale mais, ter sua consciência limpa, ou parecer que se tem uma limpa? Concluo hoje, que vivemos de aparência, que vivemos de política, que vivemos como seres sociáveis, e isso é o que importa para a grande massa. E essa eterna luta em remar contra a maré, é satisfatória? Confesso que já não sei, confesso que ultimamente sei bem pouco sobre tudo, confesso que não sei nada. Confesso que o esquema bolado em mim, deu uma guinada e se espatifou. Confesso nem saber se presto ou não. Confesso que cansei de tudo. Não aguento mais aquela frase: - SÃO FASES... Não sei mais se quero falar, se quero resolver meus problemas. Cansei de gente! Cansei desse tipo de gente que eu conheço. Cansei de gente que come pelas beiradas, gente tangível, gente que pra comer teu cú, começa falando do teu lindo cabelo, da tua genial inteligência, do teu belo nível cultural, do teu bom cheiro...
Gente que ilude, gente que promete, gente que não cumpre, gente sem ombridade.
Cansei de mim que me iludo. Idiota que sou! a sutileza sim parece ser um peso que ninguém sabe como carregar, todos preferem estar confortáveis.
Quer comer meu cú? Porra! Fala! não precisa falar das minhas qualidades pra isso. Direção. Sejamos diretos! Mas andar em forma de espiral parece ser mais conveniente. Parece ser mais politicamente correto. Parece ser mais mediano.
Ser mediano é o cú. Seja ou não seja e pronto! Ou ao menos assuma não saber se é ou não.
Sempre falo em relacionamentos, e gosto de falar nisso, por talvez ser algo tão abstrato e tão real ao mesmo tempo, é a mistura de extremos. E essa mistura me fascina. Sabe... Sonho um dia em ser feliz, sonho com o toque leve do violão, sonho com um corpo vestido somente de cueca o tocando. Sonho com lábios que não falam e sim tocam. Sonho com a pele trêmula que roça em meus pêlos. Sonho com cafunés. Sonho com aquelas noite em que nem se dorme. Sonho com aquelas noites em que se ama. Sonho com aquela sensação de amor que invade através de um olhar despretencioso. Sonho com o silêncio em dupla, que perdura por horas e nem encomoda. Sonho com aquele sexo, o bom. Sonho com bons conselhos, de uma boa pessoa. Sonho com uma pessoa de verdade. As vezes até sonho em viver normalmente, mas depois vejo que assim é bem mais real e conveniente.
Deixe eu ascender mais um cigarro...
As meias esquentam meus pés, a geladeira acaba de ligar seu motor, o relógio assume um ritmo dilacerante, e os grilos juntamente ao coachar dos sapos, me encomodam. A madeira da casa esporradicamente apresenta ruídos, ouço tosse. O cigarro se encontra pela metade. E nada acontece. Ultimamente, minha vida toda se resume nessa ultima frase: -NADA ACONTECE! ou melhor, acontece não acontecendo, acontece de forma não pretendida.
A merda dos projetos. A porra da engenharia dos planos. Esse cú!. Não estou com raiva, nem estou irritado. Na verdade não sei o que estou... Estou vivo apenas.
E as perguntas permeiam, e invadem-me, e ofuscam-me, e irritam-me, tiram-me o sossego essas dúvidas. Será como sou aos olhos dos mais diversos seres? O que aparento ser? O que sou? O que pensam que sou?
Muitos podem achar besteira, preocupar-se com o que pensam ao nosso respeito, confesso já ter pensado assim. Confesso tambem ter mudado de idéia nesse quezito. E o que vale mais, ter sua consciência limpa, ou parecer que se tem uma limpa? Concluo hoje, que vivemos de aparência, que vivemos de política, que vivemos como seres sociáveis, e isso é o que importa para a grande massa. E essa eterna luta em remar contra a maré, é satisfatória? Confesso que já não sei, confesso que ultimamente sei bem pouco sobre tudo, confesso que não sei nada. Confesso que o esquema bolado em mim, deu uma guinada e se espatifou. Confesso nem saber se presto ou não. Confesso que cansei de tudo. Não aguento mais aquela frase: - SÃO FASES... Não sei mais se quero falar, se quero resolver meus problemas. Cansei de gente! Cansei desse tipo de gente que eu conheço. Cansei de gente que come pelas beiradas, gente tangível, gente que pra comer teu cú, começa falando do teu lindo cabelo, da tua genial inteligência, do teu belo nível cultural, do teu bom cheiro...
Gente que ilude, gente que promete, gente que não cumpre, gente sem ombridade.
Cansei de mim que me iludo. Idiota que sou! a sutileza sim parece ser um peso que ninguém sabe como carregar, todos preferem estar confortáveis.
Quer comer meu cú? Porra! Fala! não precisa falar das minhas qualidades pra isso. Direção. Sejamos diretos! Mas andar em forma de espiral parece ser mais conveniente. Parece ser mais politicamente correto. Parece ser mais mediano.
Ser mediano é o cú. Seja ou não seja e pronto! Ou ao menos assuma não saber se é ou não.
Sempre falo em relacionamentos, e gosto de falar nisso, por talvez ser algo tão abstrato e tão real ao mesmo tempo, é a mistura de extremos. E essa mistura me fascina. Sabe... Sonho um dia em ser feliz, sonho com o toque leve do violão, sonho com um corpo vestido somente de cueca o tocando. Sonho com lábios que não falam e sim tocam. Sonho com a pele trêmula que roça em meus pêlos. Sonho com cafunés. Sonho com aquelas noite em que nem se dorme. Sonho com aquelas noites em que se ama. Sonho com aquela sensação de amor que invade através de um olhar despretencioso. Sonho com o silêncio em dupla, que perdura por horas e nem encomoda. Sonho com aquele sexo, o bom. Sonho com bons conselhos, de uma boa pessoa. Sonho com uma pessoa de verdade. As vezes até sonho em viver normalmente, mas depois vejo que assim é bem mais real e conveniente.
Deixe eu ascender mais um cigarro...
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Drive true
E mais dias se passam, e o tempo não pára de fazer seu trabalho
E o medo cada vez se torna mais presente
E a ânsia , não pára
E a curiosidade, anda de marcha rápida e voluptuosa
A dor já não assusta mais...
E o medo causa dor
E o extase é sua ansiedade
A curiosidade sacia seu vício
Os olhos piscam freneticamente
Imagens extemporâneas permeiam
Visões
Premonições
Palavras
O toque
A vontade
O sexo
A língua
O gosto
O gosto de sexo
O sal
A lágrima
O óleo
A cera
A pele
O pêlo
O sexo rígido
O roçar
O olhar
A voz
O pós
As pessoas
As novas pessoas
As novas idéias
Os novos projetos
E o medo cada vez se torna mais presente
E a ânsia , não pára
E a curiosidade, anda de marcha rápida e voluptuosa
A dor já não assusta mais...
E o medo causa dor
E o extase é sua ansiedade
A curiosidade sacia seu vício
Os olhos piscam freneticamente
Imagens extemporâneas permeiam
Visões
Premonições
Palavras
O toque
A vontade
O sexo
A língua
O gosto
O gosto de sexo
O sal
A lágrima
O óleo
A cera
A pele
O pêlo
O sexo rígido
O roçar
O olhar
A voz
O pós
As pessoas
As novas pessoas
As novas idéias
Os novos projetos
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Fada do sonho?
Quando eu abro meus olhos, caio no sono.
E não consigo dormir com eles fechados.
Acordo pra vida ao fechá-los.
É tudo mais confortante no breu.
Uso chinelos um de cada tipo, com tiras uma de cada tipo.
Sento-me na grama molhada, insetos me permeiam.
A abelha pousou sobre meu pulso, e lambe viçozamente, e virilmente o meu salgado suor.
São dias primaveriis, dias quentes.
Dias de vento nortenho forte, as folhas mostram sua face escondida, revelando um verde branco.
Dias longos em certo sentido, e curtíssimos em outros.
Sinto como se meus pêlos não crescessem mais.
A minha pele tem um aroma naturalmente inconvencional.
Quando trago a fumaça do meu cigarro barato, me sinto no ponto mais alto da rodagigante.
O banquinho balança, movimentando-se em forma de pêndulo.
A fumaça desenha caudas, flagelos e levitam formando estradas de contos de fada.
Sabe... Sonhei que estava em um...
Mas era eu em um mundo indenominável.
Não eram corpos, não havia clima, nem temperatura.
Me senti como um barulho, um ruído de vento, me locomovia muito rápido.
Tinha um desejo sexual muito forte, era uma cósega, uma certa dor que eu gotava de sentir.
Era banhado com medo, um medo bom, ora até chamado de esperança, ora até chamado de surpresa; boa ou ruim.
Eu me satisfazia cada vez mais, quanto mais rápido, mais intenso era meu gozo.
Era um belo conto de fadas aquele, era um conto sem final, era temperado com reticências.
Adorava o gosto delas, para alguns podia ser sentido como um gosto lânguidamente lacônico, mas para mim era um tempero asiático, intenso, de pontos altos e expressivos.
Não consigo mais fechar meus olhos sem claridade.
Tenho medo, preciso de claridade, para poder ver aquele marrom avermelhado de luz, que atravessa a fina camada de tecido da minha pálpebra.
Vejo círculos que se desenham automaticamente no quase breu da minha visão.
Eles me invadem, me mutilam, e novamente me satisfaço com seus frenéticos movimentos ritmados miocardicamente.
Durmo com lanterna, e sinto remorço ao acordar.
Mas não sinto desejo de dormir.
E não consigo dormir com eles fechados.
Acordo pra vida ao fechá-los.
É tudo mais confortante no breu.
Uso chinelos um de cada tipo, com tiras uma de cada tipo.
Sento-me na grama molhada, insetos me permeiam.
A abelha pousou sobre meu pulso, e lambe viçozamente, e virilmente o meu salgado suor.
São dias primaveriis, dias quentes.
Dias de vento nortenho forte, as folhas mostram sua face escondida, revelando um verde branco.
Dias longos em certo sentido, e curtíssimos em outros.
Sinto como se meus pêlos não crescessem mais.
A minha pele tem um aroma naturalmente inconvencional.
Quando trago a fumaça do meu cigarro barato, me sinto no ponto mais alto da rodagigante.
O banquinho balança, movimentando-se em forma de pêndulo.
A fumaça desenha caudas, flagelos e levitam formando estradas de contos de fada.
Sabe... Sonhei que estava em um...
Mas era eu em um mundo indenominável.
Não eram corpos, não havia clima, nem temperatura.
Me senti como um barulho, um ruído de vento, me locomovia muito rápido.
Tinha um desejo sexual muito forte, era uma cósega, uma certa dor que eu gotava de sentir.
Era banhado com medo, um medo bom, ora até chamado de esperança, ora até chamado de surpresa; boa ou ruim.
Eu me satisfazia cada vez mais, quanto mais rápido, mais intenso era meu gozo.
Era um belo conto de fadas aquele, era um conto sem final, era temperado com reticências.
Adorava o gosto delas, para alguns podia ser sentido como um gosto lânguidamente lacônico, mas para mim era um tempero asiático, intenso, de pontos altos e expressivos.
Não consigo mais fechar meus olhos sem claridade.
Tenho medo, preciso de claridade, para poder ver aquele marrom avermelhado de luz, que atravessa a fina camada de tecido da minha pálpebra.
Vejo círculos que se desenham automaticamente no quase breu da minha visão.
Eles me invadem, me mutilam, e novamente me satisfaço com seus frenéticos movimentos ritmados miocardicamente.
Durmo com lanterna, e sinto remorço ao acordar.
Mas não sinto desejo de dormir.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Camaleonicamente falando
Andava pensando...
Como tudo muda o tempo todo.
E currialmente mudamos junto, há os que digam e defendam que não.
Que são imutáveis, que tem "personalidade", que não caem em clichês.
Andava pensando...
Não cair em clichê, fugir dele, já virou clichê.
Qual o problema com a pieguice?
Mas fato é que mudamos sim, e o tempo todo. Talvez hajam fases que essa mudança seja mais aparente, e outras que aconteça mais na encolha.
Mas mudamos.
Eu mudo sempre.
Falta de identidade?
Falta de personalidade?
Indecisão?
Há quem defenda isso. Mas acho que não é o mais correto.
Defendo a liberdade.
Há claro uma essência, e essa sim é imutável.
É... Mudamos o tempo todo, estamos sempre desarrumando e arrumando as malas.
Sempre viajando por motivos diversos, ora à passeio, ora a negócios.
As vezes algumas peças permanecem na mala de uma viajem pra outra.
E são essas peças das quais eu me orgulho!
É pouco tempo, e uma avalanche de sentimentos.
É pouco tempo e uma descarga de energias diversas.
É uma constante evolução.
Ela não pára.
Gosto de exêmplos, eles figuram o texto.
Houve um tempo que eu queria mais era aquele amor carnal.
Aquela coisa voluptuosa.
Forte.
Selvagem.
E achava que era isso e deu!
Mas não era isso e deu!
Hoje, quero sintonia ...
Quero um amor brisa...
Eu quero beijos interminéveis, carinho nos meus cachos, tapa na bunda...
Quero que reclamem da minha bagunça, das minhas toalhas molhadas, dos meus sapatos loucamente atirados pela casa.
Quero beijos nos olhos, mordidas de leve, quero beliscões também!
Eu quero gente bonita, em festas elegantes.
Quero gente com vontade de mudar tudo o tempo todo.
Eu quero abrir minha loja em Tóquio.
Eu quero fotografar nu.
Eu quero declamar poesia ao pé do ouvido, e quero ouvir também.
Quero violão, vinho, cigarro e noites intermináveis de música boa.
Eu quero um rock com meu nome.
Eu quero ter uma banda de indie-punk-eletro-funk-rock.
Eu quero cozinhar só de cueca, pra dois.
Eu quero ir no show do The Killers em dezembro, e dar uns amassos na arquibancada, como diria a GaGa.
Quero dar uma cheirada com a Amy.
Quero que exaltem meu bom cheiro de flor de violeta.
Eu não quero mais sexo a três!
Eu quero é presentear muito.
Eu quero ir ao cinema no domingo.
Eu quero é amar os defeitos de quem eu amo.
Eu quero é ficar triste pra depois ser feliz de novo.
É pouco tempo pra muita vida!
domingo, 27 de setembro de 2009
Onde Ele está?
Where is my love?
Where is my love?
Horses galloping
Bring him to me
Where is my love?
Where is my love?
Horses running free
Carrying you and me
Where is my love?
Where is my love?
Safe and warm, so close to me
In my arms finally
There is my love
There is my love
Horses galloping
Bring him here to me
Where is my love?
Where is my love?
Where is my love?
Horses galloping
Bring him to me
Where is my love?
Where is my love?
Horses running free
Carrying you and me
Where is my love?
Where is my love?
Safe and warm, so close to me
In my arms finally
There is my love
There is my love
Horses galloping
Bring him here to me
Where is my love?
Where is my love?
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Bad Trip
O quanto nos deixamos influenciar pelo humor dos outros?
Pensei muito sobre isso, agora pouco...
E novamente a resposta depende de quem se trata: "os outros".
Pois é, ultimamente pessoas que me cercam diarimente, estão com o humor péssimo, e...
Eu até tento abstrair, mas tem horas que essa "nuvem cinza", invade e toma conta de mim!
Todos tem direito de ficar de mau humor, certo?
Ok! Eu também o tenho, diariamente, logo cedo...
Mas tudo está no fato de como ele é expressado.
Gritos, "patadas", insultos, chingamentos...
É, de fato não há como não se deixar influenciar nesses casos.
E tudo atrasa com uma situação dessas, tudo mesmo!
E a felicidade? Onde ela habita?
Sabe que eu as vezes até me esqueço dela.
Literalmente estou chegando num ponto que a canseira está tomando conta de mim.
Tô realmente cansado, fisicamente e psicológicamente também.
Educação
Valores
Inteligência
Aparência
Lazer
Trabalho
Vontade as vezes de jogar tudo pro alto e cheirar cocaína até ter uma overdose.
Que venham boas ondas..... Só Bad trip por enquanto!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Tempos Modernos
E mais um dia chuvoso se materializa.
Talvez com ele venha o de sempre, e não ficarei repetindo todos esses tolos sentimentos.
Já ouvi falar tanto, em viver sem se pensar em futuro, e confesso que sinto inveja de quem o consegue.
Para esse ser, é algo impossível viver sem cogitar; é impossivel viver sem imaginar algo que quem sabe poderá acontecer;
é impossível não pensar no amanhã, no depois de amanhã, no ano que vem, em daqui duas horas...
Errado? Será? É possível sim!
E como já ouvi falar: - Dani vai com calma, não te joga de cara!
E confesso que isso é um exercíco contínuo em minha vida, mas é também um exercício nunca finalizado, sempre sem sucesso!
Não consigo não me jogar de cara. Sempre tenho que me doar por completo, sou assim! Isso é de mim! Isso sou eu!
Em tudo que faço não existe 50, 60, 90 ou 99%, é voltagem total sempre. O tombo consequentemente sempre é do último andar. No primeiro você cai de cara, e com o tempo penas vão crescendo em suas costas; e quando se dá por conta já têm asas, e plana sobre o cenário da vida.
Há poucos dias atrás, um amigo falou que "sou do mundo". Refleti muito na expressão, talvez metáfora.
Sou do mundo, ao respirar e ingerir tudo de novo que há.
Sou do mundo, por exalar esse cheiro de vida.
Talvez seja do mundo, por não ter medo dele; por cada dia que passa, ver que cada vez as chances diminuem pra mim, e simultâneamente os sonhos se renovam, se pintam de tonalidades diferentes, se reintegram. Novos projetos, novas idéias, novas vontades, ânseios, devaneios.
É, acho que não sou do mundo,
Eu sou da vida!
Talvez com ele venha o de sempre, e não ficarei repetindo todos esses tolos sentimentos.
Já ouvi falar tanto, em viver sem se pensar em futuro, e confesso que sinto inveja de quem o consegue.
Para esse ser, é algo impossível viver sem cogitar; é impossivel viver sem imaginar algo que quem sabe poderá acontecer;
é impossível não pensar no amanhã, no depois de amanhã, no ano que vem, em daqui duas horas...
Errado? Será? É possível sim!
E como já ouvi falar: - Dani vai com calma, não te joga de cara!
E confesso que isso é um exercíco contínuo em minha vida, mas é também um exercício nunca finalizado, sempre sem sucesso!
Não consigo não me jogar de cara. Sempre tenho que me doar por completo, sou assim! Isso é de mim! Isso sou eu!
Em tudo que faço não existe 50, 60, 90 ou 99%, é voltagem total sempre. O tombo consequentemente sempre é do último andar. No primeiro você cai de cara, e com o tempo penas vão crescendo em suas costas; e quando se dá por conta já têm asas, e plana sobre o cenário da vida.
Há poucos dias atrás, um amigo falou que "sou do mundo". Refleti muito na expressão, talvez metáfora.
Sou do mundo, ao respirar e ingerir tudo de novo que há.
Sou do mundo, por exalar esse cheiro de vida.
Talvez seja do mundo, por não ter medo dele; por cada dia que passa, ver que cada vez as chances diminuem pra mim, e simultâneamente os sonhos se renovam, se pintam de tonalidades diferentes, se reintegram. Novos projetos, novas idéias, novas vontades, ânseios, devaneios.
É, acho que não sou do mundo,
Eu sou da vida!
domingo, 20 de setembro de 2009
Dançando sobre a mesa
Oi docinho
Te vi duas vezes naquele show pop
Você parece som glitter misturado com rock n' roll
Acho que vocês são muito quentes, quentes
Eu gosto de você muito, muito
Sei que vocês acham que são especiais quando estamos dançando loucamente"Glamophonica"]Eletronica;
Discoteca, querido
Eu gosto muito, muito de você,
Todos que queremos é quente, quente
Garotos Garotos Garotos;
Nós gostamos de garotos em carros
Meninos meninos meninos
Comprem para nós drinques em bares
Meninos meninos meninos
Com spray de cabelo e jeans
Meninos meninos meninos
Amamos eles!
Bebê é um menino mau com tênis retrô.
Vamos lá ver The Killers e dar uns amassos na arquibancada
Eu gosto muito, muito de você.
Acho que você é muito quente, quente.
Vamos para a festa ouvir nosso camarada, O Dj
Não esqueça o meu batom,
Deixei-o no seu cinzeiro
Eu gosto muito, muito de você
Tudo que queremos é quente, quente
"Boys,boys,boys" Lady Gaga.
sábado, 19 de setembro de 2009
Cadê a Bula? Precisa?
Me espanto com a quantidade de coisas que não tem manual.
Me espanto com a quantidade de coisas indenomináveis.
É! ainda me espanto. E talvez enquanto me espantar, estarei vivendo. Sem graça gente que não acha graça em nada, ou pior, que " já viu tudo". Porra! Eu ainda não saltei de bund-jump, eu não conheço São Paulo, e nem li o Pequeno Príncipe. E sou menos gente por isso?
É talvez, um pouco sem-cultura, talvez. ( Tenho que ler o Pequeno Príncipe).
É, eu ainda me surpreendo sim! E levanto minhas mãos pro céu e grito e agradeço todos os dias por isso.
Brega? Clichê? Piegas? Caxias? Blá, blá, blá, blá?..........................
E me surpreendo as vezes por tão pouco, por "coisinhas", talvez bobas.
E as portas e janelas que abrem com leves brisadas?
E as folhas que caem no outono?
E os desenhos que os pneus desenham na lama?
Besta? Loucura? Viajem?
E aquelas pessoas que quando se está perto, dá aquele frio na barriga?
E aquelas que só ao pensar, ocore o mesmo?
E os olhares? Não os de paixão, os olhares puros, não fervorosos; os olhares calmos, precisos, que falam e não gritam, e esses?
E o "tocar"? O sútil toque, os beijos nos olhos, os pêlos a se roçarem?
E o cheiro do suor, que acalenta?
E o abraço noturno, em uma noite quente de verão?
E o sexo para brindar?
Talvez seja eu, muito interiorano, e me surpreenda com pouco.
Ou, talvez ainda, a humanidade esteja muito apressada, para sabe se lá o que... E não veja esses momentos que as vezes são frações de segundo.
Uma coisa é certa:
-Eu sou do mundo!
-Eu sou da vida!
-Eu vivo um dia por minuto.
Me espanto com a quantidade de coisas indenomináveis.
É! ainda me espanto. E talvez enquanto me espantar, estarei vivendo. Sem graça gente que não acha graça em nada, ou pior, que " já viu tudo". Porra! Eu ainda não saltei de bund-jump, eu não conheço São Paulo, e nem li o Pequeno Príncipe. E sou menos gente por isso?
É talvez, um pouco sem-cultura, talvez. ( Tenho que ler o Pequeno Príncipe).
É, eu ainda me surpreendo sim! E levanto minhas mãos pro céu e grito e agradeço todos os dias por isso.
Brega? Clichê? Piegas? Caxias? Blá, blá, blá, blá?..........................
E me surpreendo as vezes por tão pouco, por "coisinhas", talvez bobas.
E as portas e janelas que abrem com leves brisadas?
E as folhas que caem no outono?
E os desenhos que os pneus desenham na lama?
Besta? Loucura? Viajem?
E aquelas pessoas que quando se está perto, dá aquele frio na barriga?
E aquelas que só ao pensar, ocore o mesmo?
E os olhares? Não os de paixão, os olhares puros, não fervorosos; os olhares calmos, precisos, que falam e não gritam, e esses?
E o "tocar"? O sútil toque, os beijos nos olhos, os pêlos a se roçarem?
E o cheiro do suor, que acalenta?
E o abraço noturno, em uma noite quente de verão?
E o sexo para brindar?
Talvez seja eu, muito interiorano, e me surpreenda com pouco.
Ou, talvez ainda, a humanidade esteja muito apressada, para sabe se lá o que... E não veja esses momentos que as vezes são frações de segundo.
Uma coisa é certa:
-Eu sou do mundo!
-Eu sou da vida!
-Eu vivo um dia por minuto.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Quarta ou quinta?
Hoje é quinta ou quarta?
Poderia bem ver no cantinho da tela do computador, mas prefiro escrever com essa dúvida, esse mistério, de qual dia da semana estamos. Sempre sonhei com um tempo que se possa viver sem tempo. Um tempo livre, sem contagens; sem barreiras, sem essas divisões, de segundo, minuto, hora, dia, semana, mês, ano...
Um tempo de viver sem se explicar.
Um tempo de largar seu próprio escudo protetor.
Um tempo novo, um tempo sem tempo, sem demarcações, sem dogmas, sem paradigmas.
(Eu não sou hippie), (risos).
Mas fato é que a gripe me visitará, eu acho. Está se anunciando já.
Ontem de fato foi um dia nada currial, não sei o que aconteceu, as lágrimas novamente me visitaram, e a visita foi longa! Soluçantemente chorei, sem nem saber o porquê. Talvez até saiba. Talvez por pensar demais.
Devia eu ser normal? Social? Politicamente correto?
É talvez!...
Mas aí não seria eu.
Sempre que tento resolucionar essa eterna busca, pelo compreendimento de fatos incompreensíveis, resulta nisso: pranto.
A vertigem também me visitou hoje, um sentimento estranho, que passa pelo meu corpo. Momentos que não aconteceram, mas que sinto falta.
É,... Mas prefiro assim, essa emergência pelo incomum, do que aquelas opiniões escrupulosas populares!
Tentar saber?
Tentar entender?
Será que é tão difícil?
As flores estão no velho vaso lascado, sobre a mesa cotidiana.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Contando...
Estava pensando: como os entardeceres de domingo são bucólicos, tristes, sensações de vertigem até me permeiam nesses momentos de transição para a segunda-feira; a qual também não é nada confortável. Talvez a coitada, carregue esse tabu, de início de semana, as vezes até me coloco em seu lugar, ... E, ... Não é fácil ser uma segunda-feira!
Mas como tudo na vida está cercado de excessões, eis que surge um bom entardecer de domingo, que tinha tudo para ser lânguido e melancólico. Era chuvosa a tarde, um pouco fria, nebulosa; Então descobri que lânguidos, bucólicos,tristes, não eram os entardeceres dominicais, e sim eu que os encarava daquela forma. A diferença era eu, o êxtase era eu, a felicidade era eu. Mas como?
Que liquidificação de sentimentos opostos eram esses?
O que havia de tão diferente, para tornar o que era absurdamente normal, em um mega saco de felicidade?
Fácil. A compania.
A compania de quem eu quero bem, e que me quer bem também.
Sorrisos, olhares, risadas, alegria, alegria, alegria. Amigos inéditos, programas perfeitos!
Mas a passagem de domingo para segunda era única: momentos de Déja vu, felicidade contida, ternura explícita, revelações mútuas, rompimentos de gargantilhas de cadeado, explicações particulares, significados íntimos.
Talvez o início?
Talvez sim.
Certeza de que gostar faz muito bem.
Mas como tudo na vida está cercado de excessões, eis que surge um bom entardecer de domingo, que tinha tudo para ser lânguido e melancólico. Era chuvosa a tarde, um pouco fria, nebulosa; Então descobri que lânguidos, bucólicos,tristes, não eram os entardeceres dominicais, e sim eu que os encarava daquela forma. A diferença era eu, o êxtase era eu, a felicidade era eu. Mas como?
Que liquidificação de sentimentos opostos eram esses?
O que havia de tão diferente, para tornar o que era absurdamente normal, em um mega saco de felicidade?
Fácil. A compania.
A compania de quem eu quero bem, e que me quer bem também.
Sorrisos, olhares, risadas, alegria, alegria, alegria. Amigos inéditos, programas perfeitos!
Mas a passagem de domingo para segunda era única: momentos de Déja vu, felicidade contida, ternura explícita, revelações mútuas, rompimentos de gargantilhas de cadeado, explicações particulares, significados íntimos.
Talvez o início?
Talvez sim.
Certeza de que gostar faz muito bem.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Submarino 1988
Os pingos da chuva, hoje nem parecem pingos, são fios extensos, fortes, vigorosos que descem diagonalmente de acordo com o vento.
Fortes ficam esses fios com o rajar do vento. Ele sopra e assobia descompassadamente num ritmo lânguido.
É incrível, como dias de chuva me fazem relembrar, me tornam um ser bucólico, me remetem a um passado intensamente vivído. E como esse exercício de recordar é bom, é energizante por momentos. Mas é só bom se feito dosadamente. Bom mesmo é agora, é o barulho das teclas do meu computador escrevendo essa combinação de palavras; é o som da trilha sonora da novela que minha mãe assiste; é a goteira que respinga ao cair; é o pensamento que não pára, é a mente que cogita, e cogita, e não pára de cogitar, são as mãos que tremem ao pensar; os cílios que trepidam, e o pensamento inciste ali, ele não desfoca.
Será?
Será que agora será?
Resta-me esperar, e deixar o desfeixo final, ou não-final, e sim sucessivo.
Peço ajuda a Martha Medeiros, ela sempre me dá bons conselhos, e desta vez sei que vai!
E a chuva?
Ela me acolhe, e eu sinto seus vigorosos pingos, ao cantar só de cueca sob ela.
Chuva e vento, amo como bala de goma.
Fortes ficam esses fios com o rajar do vento. Ele sopra e assobia descompassadamente num ritmo lânguido.
É incrível, como dias de chuva me fazem relembrar, me tornam um ser bucólico, me remetem a um passado intensamente vivído. E como esse exercício de recordar é bom, é energizante por momentos. Mas é só bom se feito dosadamente. Bom mesmo é agora, é o barulho das teclas do meu computador escrevendo essa combinação de palavras; é o som da trilha sonora da novela que minha mãe assiste; é a goteira que respinga ao cair; é o pensamento que não pára, é a mente que cogita, e cogita, e não pára de cogitar, são as mãos que tremem ao pensar; os cílios que trepidam, e o pensamento inciste ali, ele não desfoca.
Será?
Será que agora será?
Resta-me esperar, e deixar o desfeixo final, ou não-final, e sim sucessivo.
Peço ajuda a Martha Medeiros, ela sempre me dá bons conselhos, e desta vez sei que vai!
E a chuva?
Ela me acolhe, e eu sinto seus vigorosos pingos, ao cantar só de cueca sob ela.
Chuva e vento, amo como bala de goma.
sábado, 5 de setembro de 2009
O crente
Eu acredito em palavras ditas por determinadas pessoas.
Eu acredito ainda em ações de determinadas pessoas.
Eu acredito que hoje nada mais é, que um dia após o ontem.
Eu acredito no verbo inacreditar.
Eu ainda acredito no amor.
Eu ainda acredito que sonhar vale a pena. Talvez acredite, por valer mesmo.
Momentos, dias, sabores, conversas, aromas, vento.
Eu ainda o sinto, e sei que enquanto o sentir, que enquanto sentar-me no final da tarde, e apreciá-lo, como jamais apreciei alguém, sei que ainda estarei vivo.
Eu não só acredito na paixão, como já fui vítima da " moça". Relatos dizem ser uma boa experiência, e realmente, enquanto está em execução é. Mas o pós, nem sempre é recordativo positivamente.
Eu acredito em destino, acredito que tudo está traçado; acredito que nada é por acaso, acredito que o que será, será!
Eu acredito em algo maior, algo poderoso, algo motivador, algo reluzente, algo que transmita fé; eu acredito sim, em Deus.
Eu acredito em quem eu amo. Eu acreditei em quem eu amei, e continuo acreditando.
Eu acredito na verdade, e as vezes na mentira, enquanto ela ainda é verdade.
A música me faz acreditar na felicidade. O choro, me faz acreditar que o sofrimento é necessário. A taquicardia, me faz crer que tenho um coração pulsando ainda.
Apesar dos pesares, ainda acredito na vida.
Apesar de tudo, ainda acredito em mim, e sei que não me decepcionarei.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Discoteca temperada
No último sábado, comprei alguns cd's. Pois é, em tempos de revolução virtual, de MP3, 4, 5, 6, 7, 8, 9... E sei lá quantos mais MP's existem... Enfim.
As aquisições foram todas nacionais: " Chiaroscuro" da baiana Pitty; " Cinema" dos gaúchos da Cachorro Grande; e "drês" de Nando Reis, o qual já havia comprado para presentear uma amiga. Foram três belas compras.
No disco totalmente autobiográfico, do Nando, se encontram mais do que maravilhosas músicas. São poesias, ritmadas, de um momento íntimo que vai além do irreal. Nando Reis consegue surpreender, com um disco com belas baladas, e com uma pegada mais rock. Mas a letra que me encantou foi da ultima faixa, intitulada " Baby, eu queria". Segue abaixo a letra de talvez uma das mais lindas musicas de Nando Reis.
Baby eu queria, só te ver, hoje
Ver os seus olhos
Sentir o calor intenso das suas mãos
Baby eu queria
Que você fosse não
Baby eu queria te dizer, agora
Você vai embora
Levando o vapor e o vento das suas mãos
Baby eu queria
Ir nesse avião
Não quero deixar que a tristeza inunde o meu coração
Prefiro chorar
Com a certeza
De que essa paixão
Me fez
Um homem melhor
Depois de você
Baby eu queria te beijar, de novo
Sentir os seus lábios
E o sabor no silêncio da respiração
Baby eu queria
Ser o seu violão
Baby eu queria ficar com você, pra sempre
Ficar do seu lado
Ser seu amor eterno sua paixão
Baby eu só queria
Te dar a mão
As aquisições foram todas nacionais: " Chiaroscuro" da baiana Pitty; " Cinema" dos gaúchos da Cachorro Grande; e "drês" de Nando Reis, o qual já havia comprado para presentear uma amiga. Foram três belas compras.
No disco totalmente autobiográfico, do Nando, se encontram mais do que maravilhosas músicas. São poesias, ritmadas, de um momento íntimo que vai além do irreal. Nando Reis consegue surpreender, com um disco com belas baladas, e com uma pegada mais rock. Mas a letra que me encantou foi da ultima faixa, intitulada " Baby, eu queria". Segue abaixo a letra de talvez uma das mais lindas musicas de Nando Reis.
Baby eu queria, só te ver, hoje
Ver os seus olhos
Sentir o calor intenso das suas mãos
Baby eu queria
Que você fosse não
Baby eu queria te dizer, agora
Você vai embora
Levando o vapor e o vento das suas mãos
Baby eu queria
Ir nesse avião
Não quero deixar que a tristeza inunde o meu coração
Prefiro chorar
Com a certeza
De que essa paixão
Me fez
Um homem melhor
Depois de você
Baby eu queria te beijar, de novo
Sentir os seus lábios
E o sabor no silêncio da respiração
Baby eu queria
Ser o seu violão
Baby eu queria ficar com você, pra sempre
Ficar do seu lado
Ser seu amor eterno sua paixão
Baby eu só queria
Te dar a mão
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Confiança?
Dia desses estava pensando sobre confiança.
E... Me perguntei o que seria confiança?
Prova de confiança? E será que se há realmente confiança, é necessário prova?
Pois é, perguntas sempre aparecem...
Fato é que, a conjugação do verbo: confiar, anda cada dia mais rara, ao menos para esse ser que vos escreve. Vivemos uma vida, um mundo, em que a desconfiança transcorre de forma curial, fato esse, que faz com que andemos com um enorme escudo, e muitas vezes nos defendendo de monstros invisíveis e até inexistentes.
E é tudo culpa da falta de confiança. Particularmente, ando sempre com meu escudo a punho, afinal tenho motivos para tal. Já fui mais ingênuo, ( não sei se é a melhor palavra), mas atualmente, todos são culpados para mim até que provem o contrário, essa é minha filosofia! Seco? Não sentimental? Rude? Talvez, eu diria realista, e preventivo.
Então me fiz mais perguntas...
Grande prova de confiança, é fechar os olhos a espera do beijo...
Sentir os lábios trêmulos se aproximarem dos seus...
Sentir o calor da boca alheia...
Sentir o cheiro de gente... E por momentos ouvir o próprio coração batendo compulsivamente...
Ouvir o barulho dos lábios se separando, o superior do inferior, e a língua se preparando...
E... por fim ainda, pode-se ouvir o coração alheio batendo apertado contra seu próprio peito..
Tudo isso, com os olhos fechados... Bem fechados...
Confiança?
Não! amor. Quando há amor, há confiança. Sem confiança ele pode ser chamado de qualquer coisa, menos amor.
Mania de nós seres humanos de nomear tudo! Pieguisse!
E... Me perguntei o que seria confiança?
Prova de confiança? E será que se há realmente confiança, é necessário prova?
Pois é, perguntas sempre aparecem...
Fato é que, a conjugação do verbo: confiar, anda cada dia mais rara, ao menos para esse ser que vos escreve. Vivemos uma vida, um mundo, em que a desconfiança transcorre de forma curial, fato esse, que faz com que andemos com um enorme escudo, e muitas vezes nos defendendo de monstros invisíveis e até inexistentes.
E é tudo culpa da falta de confiança. Particularmente, ando sempre com meu escudo a punho, afinal tenho motivos para tal. Já fui mais ingênuo, ( não sei se é a melhor palavra), mas atualmente, todos são culpados para mim até que provem o contrário, essa é minha filosofia! Seco? Não sentimental? Rude? Talvez, eu diria realista, e preventivo.
Então me fiz mais perguntas...
Grande prova de confiança, é fechar os olhos a espera do beijo...
Sentir os lábios trêmulos se aproximarem dos seus...
Sentir o calor da boca alheia...
Sentir o cheiro de gente... E por momentos ouvir o próprio coração batendo compulsivamente...
Ouvir o barulho dos lábios se separando, o superior do inferior, e a língua se preparando...
E... por fim ainda, pode-se ouvir o coração alheio batendo apertado contra seu próprio peito..
Tudo isso, com os olhos fechados... Bem fechados...
Confiança?
Não! amor. Quando há amor, há confiança. Sem confiança ele pode ser chamado de qualquer coisa, menos amor.
Mania de nós seres humanos de nomear tudo! Pieguisse!
sábado, 15 de agosto de 2009
{Des}desenhando
Aqueles momentos, talvez fases, eram de fato estranhos. Passava por tudo e todos sem escrúpulos.
O medo já não se via mais em seu caminho, havia acordado com saudade... Aquela melancolia de felicidade.
Era tempo de pensamentos profundos, de tentar entender, talvez eram pensamentos desperdiçados. Revoltas contra o sistema eram perceptíveis, ele não podia entender como a humanidade havia chegado a tal ponto.
Não bastava ser bom, e fazer o bem.
Não importava ser bom, o importante agora era PARECER bom...
PARECER honesto...
PARECER bonito...
PARECER inteligente...
Que mundo era aquele, se perguntava esporraticamente.
Que mundo era aquele?
Era um mundo em que papéis falavam por bocas de pessoas.
Era um mundo totalmente incrementato com grandiosa pompa de burocracia.
É... As pessoas gostavam de viver dificilmente...
As pessoas gostavam de conjugar o verbo PARECER, talvez até não gostassem , mas era o sistema que ditava tal. E ai de quem se opusesse.
O fato de nadar contra a maré nunca foi tomado como fato positivo.
As idéias permaneciam vivas... Os ideais talvez tivessem mudado de endereço.
A procura por respostas sempre acontecia, era reflexo!
As vontades eram outras, bizarras talvez, ao olhar comum sistemático.
Ele pouco se importava com o olhar alheio...
Era tempo de viver...
Era tempo em que a vida era um peso a ser carregado...
Era tempo de vida sem pensamento.
Era quente!
D.a.
O medo já não se via mais em seu caminho, havia acordado com saudade... Aquela melancolia de felicidade.
Era tempo de pensamentos profundos, de tentar entender, talvez eram pensamentos desperdiçados. Revoltas contra o sistema eram perceptíveis, ele não podia entender como a humanidade havia chegado a tal ponto.
Não bastava ser bom, e fazer o bem.
Não importava ser bom, o importante agora era PARECER bom...
PARECER honesto...
PARECER bonito...
PARECER inteligente...
Que mundo era aquele, se perguntava esporraticamente.
Que mundo era aquele?
Era um mundo em que papéis falavam por bocas de pessoas.
Era um mundo totalmente incrementato com grandiosa pompa de burocracia.
É... As pessoas gostavam de viver dificilmente...
As pessoas gostavam de conjugar o verbo PARECER, talvez até não gostassem , mas era o sistema que ditava tal. E ai de quem se opusesse.
O fato de nadar contra a maré nunca foi tomado como fato positivo.
As idéias permaneciam vivas... Os ideais talvez tivessem mudado de endereço.
A procura por respostas sempre acontecia, era reflexo!
As vontades eram outras, bizarras talvez, ao olhar comum sistemático.
Ele pouco se importava com o olhar alheio...
Era tempo de viver...
Era tempo em que a vida era um peso a ser carregado...
Era tempo de vida sem pensamento.
Era quente!
D.a.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Turvos amanheceres
" Os amanheceres turvos... Eles simplismente eram lindos, a cada dia mais. Eram doces e amargos ao mesmo tempo, afinal tudo tem seus dois lados! As reflexões continuavam. De forma gradativa e fortemente evoluídas.
Novos livros. Término de outros... E por aí ia... O esquecimento de determinados seres não era curial, mas ele sabia que seria, sim, um dia!
Novas pessoas... Novas amizades, (amizades por enquanto), novos pensamentos, e novamente: novas reflexões, e como não podia ser diferente, de brinde no pacote: DÚVIDAS!
Talvez novas esperanças, mas... acho que não, ele não se ligava mais muito a elas. Aquele tempo de viver de passado já era! Agora era desplanejar os velhos planos, acender um cigarro e beber um conhaque barato, até a cabeça não ser mais sentida!
Agora era nova hora.
Agora de fato seria o amanhã!
Agora era simplismente agora, e pronto!
Era incrível como existiam seres ignorantes. Talvez ele fosse um deles até, em determinado ponto focal... Ou não!
Apesar do frio, o vinho que bebia estava quente, certamente pelos seus bafejos na velha taça de vidro medíocre. Mas mesmo assim bebia, até devaneiar, e ver miragens psicodélicas...
E lá fora, o vento ventava....
Já era meio dia, mas ainda era uma turva manhã."
D.a.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Gelo queimando
O frio nunca me incomodou, pelo contrário: foi sempre algo motivador.
Minhas melhores fases criativas, foram ao som do minuano, que pairava nos cantos da fria casa;
Eu o ouvia em meu frio quarto; gosto dele assim: frio.
As melhores criações sempre foram em minutos gelados.
Por outro lado, afetivamente falando, por coincidência, ou não, o inverno não é a estação do amor para esse ser!
As maiores decepções, as perdas, as ilusões, as dores de parto, a tristeza galopante... Sempre me visitam no tempo da geada!
Mas aí, tudo se interliga.
E percebi que tudo que crio quando estou nos meus momentos de Maysa, fica bom. O meu melhor, sempre é resultado de momentos sargeta!
É! Esses aspirantes...
Esses emergentes...
Esses free-lancers...
Esses eternos aprendizes...
Quem os segura?
D.a.
Minhas melhores fases criativas, foram ao som do minuano, que pairava nos cantos da fria casa;
Eu o ouvia em meu frio quarto; gosto dele assim: frio.
As melhores criações sempre foram em minutos gelados.
Por outro lado, afetivamente falando, por coincidência, ou não, o inverno não é a estação do amor para esse ser!
As maiores decepções, as perdas, as ilusões, as dores de parto, a tristeza galopante... Sempre me visitam no tempo da geada!
Mas aí, tudo se interliga.
E percebi que tudo que crio quando estou nos meus momentos de Maysa, fica bom. O meu melhor, sempre é resultado de momentos sargeta!
É! Esses aspirantes...
Esses emergentes...
Esses free-lancers...
Esses eternos aprendizes...
Quem os segura?
D.a.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Deja vu
" Não é fácil, não pensar em você
Não é fácil, é estranho...
...
Todo dia de manhã, enquanto tomo meu café amargo
É, ainda boto fé de um dia te ter ao meu lado...
Se você quizesse ia ser tão legal
Acho que eu seria mais feliz do qualquer mortal..."
Não é fácil - Marisa Monte
É, realmente não é nada fácil...
Mas esperanças são finitas!
isso me acalenta um pouco!
D.a.
Não é fácil, é estranho...
...
Todo dia de manhã, enquanto tomo meu café amargo
É, ainda boto fé de um dia te ter ao meu lado...
Se você quizesse ia ser tão legal
Acho que eu seria mais feliz do qualquer mortal..."
Não é fácil - Marisa Monte
É, realmente não é nada fácil...
Mas esperanças são finitas!
isso me acalenta um pouco!
D.a.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
ilusão de óptica
Insanidade
iNsanidade
inSanidade
insAnidade
insaNidade
insanIdade
insaniDade
insanidAde
insanidaDe
insanidadE
iNsanidade
inSanidade
insAnidade
insaNidade
insanIdade
insaniDade
insanidAde
insanidaDe
insanidadE
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Lembranças, lembranças, lembranças...
Foi um intenso final de semana. Longe do conhecido, longe do habitual, longe, meio que fugido de tudo!
Pessoas conhecidas, sim!
Lugares conhecidos também, aliás lugares carregados de lembranças boas e péssimas...
Tudo se remetia ao foco, que deveria ser desfocado!
A idéia inicial era fugir, esquecer, mas o contrário acabava acontecendo.
Dias insanos.
Lembranças cruéis e ternas.
Saudades remotas.
Cinema
Restaurante
Boliche
Cigarro
Sexo
Vinho
Beijos
Confições
Promessas
Planos
Verdades
Verdades
E
Frustração
D.a.
Foi um intenso final de semana. Longe do conhecido, longe do habitual, longe, meio que fugido de tudo!
Pessoas conhecidas, sim!
Lugares conhecidos também, aliás lugares carregados de lembranças boas e péssimas...
Tudo se remetia ao foco, que deveria ser desfocado!
A idéia inicial era fugir, esquecer, mas o contrário acabava acontecendo.
Dias insanos.
Lembranças cruéis e ternas.
Saudades remotas.
Cinema
Restaurante
Boliche
Cigarro
Sexo
Vinho
Beijos
Confições
Promessas
Planos
Verdades
Verdades
E
Frustração
D.a.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Paisagem cinza
Estranhos, esses seres humanos...
Bizarros, eles. Deixar de viver por outros seres que pegaram o barco andando!
Sinceramente, são uns seres extemporâneos.
E mais sinceramente ainda, pensava que eles eram apenas fictícios, mas hoje vejo que não.
Afinal, faço parte da corja!
Aranhões...
D.a.
Bizarros, eles. Deixar de viver por outros seres que pegaram o barco andando!
Sinceramente, são uns seres extemporâneos.
E mais sinceramente ainda, pensava que eles eram apenas fictícios, mas hoje vejo que não.
Afinal, faço parte da corja!
Aranhões...
D.a.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Ventos
Ultimamente a conjugação do verbo VIVER, está bem dificil de ser feita, principalmente na primeira pessoa do singular!
domingo, 12 de julho de 2009
orelhas frias
Mais um fim-de-semana que vai se acabando...
Saudades nenhuma talvez sentirei dele.
Afinal... Pra que saudades?
Saudades servem apenas para nos corroerem.
E dói! e por que tenho que sentir essa dor?
E por que eu?
E por que, por quem me corrou, este alguém nem está aí pra nada?
E por que vida?
E por que essas pessoas do caralho?
E por que novamente, vida?
Por que?
E por que solidão?
Cigarros, cigarros, mais cigarros... eles sim me entendem!
lágrimas D.a.
Saudades nenhuma talvez sentirei dele.
Afinal... Pra que saudades?
Saudades servem apenas para nos corroerem.
E dói! e por que tenho que sentir essa dor?
E por que eu?
E por que, por quem me corrou, este alguém nem está aí pra nada?
E por que vida?
E por que essas pessoas do caralho?
E por que novamente, vida?
Por que?
E por que solidão?
Cigarros, cigarros, mais cigarros... eles sim me entendem!
lágrimas D.a.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
felicidade instantânea

Oba!!!! Novas anunciadas!
É!! Recebi uma notícia linda hoje.
Entro no msn, e de cara recebo a nova:
-Dani, vou ser mamãe, tô gravida!
Nossa, muita emoção.
Senti uma alegria imensa por minha querida amiga, que a tanto tempo não vejo!
É, conheci a Pretha Kullmann, na facul, e foi amor a primeira vista! As melhores idéias, os mais sábios planos, as mais bacanas risadas, os devaneios mais doidos. As horas ao lado dela são segundos, mas cada segundo muito bem aproveitado.
Muita saudade dessa menina linda, dessa moreninha fantástica!!!
Desejo a ela e as pessoas que a rodeiam tudo de melhor que há. E que esse bebê venha para trazer ainda mais felicidade e coisas boas!
Tô muito feliz meu Deus!!!
D.a.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
A quem o chapéu servir, por favor, sinta-se a vontade!
BONS AMIGOS
"Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas."
Machado de Assis
"Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas."
Machado de Assis
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Recaídas
" Havia acordado como há tempos já não o havia feito!
Estava realmente triste, e para piorar, começava a tocar sua música preferida naquele instante. As lágrimas eram inevitáveis. e ao mesmo tempo com elas vinha saudade, o gosto de sabores já provados.
Por que ele ainda o amva? Por que? Atá chegou a pensar que tinha superado, já faziam quase dois meses, e...
Ele ainda o amava, mas nada podia fazer...
NADA.
Era aceitar, mas doía tanto, tanto...
Se pudesse usufruir da máquina do tempo... Talvez tivesse se comportado de maneira não-correta? Talvez tivesse feito algo que o tivesse magoado, mas não... Pelo menos nada de real e suma importância!
Nada mais podia ser feito, apenas superar, ou tentar de fato superar!
Era a vida negra com ele."
Gotas salgadas
D.a.
Estava realmente triste, e para piorar, começava a tocar sua música preferida naquele instante. As lágrimas eram inevitáveis. e ao mesmo tempo com elas vinha saudade, o gosto de sabores já provados.
Por que ele ainda o amva? Por que? Atá chegou a pensar que tinha superado, já faziam quase dois meses, e...
Ele ainda o amava, mas nada podia fazer...
NADA.
Era aceitar, mas doía tanto, tanto...
Se pudesse usufruir da máquina do tempo... Talvez tivesse se comportado de maneira não-correta? Talvez tivesse feito algo que o tivesse magoado, mas não... Pelo menos nada de real e suma importância!
Nada mais podia ser feito, apenas superar, ou tentar de fato superar!
Era a vida negra com ele."
Gotas salgadas
D.a.
Liquidificando
Bah! muito tempo sem posts!
mas ainda vivo, estou aqui, respirando e pulsando rotineiramente...
Como posso explicar... Talvez não deva explicar, existm coisas que ficam melhores inacabadas e até mesmo subentendidas!!!
Vamos deixar tudo ir.
Estou em momento muito sensível.
Muito criativo, mas é tanto as vezes que fico sem saber sobreo que escrever.
Sensibilidade mil.
Vi um programa ontem sobre o brasileiro morto em Londres, Jean Charles de Menezes, não me recuperei até agora. Droga de vida, droga de pessoas, droga de pensamentos inúteis, droga de comportamentos, droga de sociedade. Droga!
D.a.
mas ainda vivo, estou aqui, respirando e pulsando rotineiramente...
Como posso explicar... Talvez não deva explicar, existm coisas que ficam melhores inacabadas e até mesmo subentendidas!!!
Vamos deixar tudo ir.
Estou em momento muito sensível.
Muito criativo, mas é tanto as vezes que fico sem saber sobreo que escrever.
Sensibilidade mil.
Vi um programa ontem sobre o brasileiro morto em Londres, Jean Charles de Menezes, não me recuperei até agora. Droga de vida, droga de pessoas, droga de pensamentos inúteis, droga de comportamentos, droga de sociedade. Droga!
D.a.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Sem saber
Sem saber o que falar
Sem saber o que fazer
Sem saber se devo ou não perguntar...
Sem saber se devo olhar, se devo escutar, se devo contar...
Sem rumo...
Sem esperança...
Decepcionado!
Com raiva de nem sei o que.
Vida
Vida
Vida
Tentando viver...
Tentando como Martha Medeiros, ter sempre um fato que valha o dia transcorrido...
Saudade de conversa...
Saudade daquilo que não terei mais...
Saudade de ser surpreendido...
Saudade de verdades.
Saudade de gente de VERDADE.
D.a.
Sem saber o que fazer
Sem saber se devo ou não perguntar...
Sem saber se devo olhar, se devo escutar, se devo contar...
Sem rumo...
Sem esperança...
Decepcionado!
Com raiva de nem sei o que.
Vida
Vida
Vida
Tentando viver...
Tentando como Martha Medeiros, ter sempre um fato que valha o dia transcorrido...
Saudade de conversa...
Saudade daquilo que não terei mais...
Saudade de ser surpreendido...
Saudade de verdades.
Saudade de gente de VERDADE.
D.a.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
é 50!!!!
Pois é! parece q foi ontem... Mas não foi, e agora comemoro meu post numero 50!
Bah! de muitas coisas falei...
Muitos desbafos compartilhei...
Muitas situações transcrevi...
De pessoas lembrei...
Outras conheci e fiz questão de registrar aqui sua importância ou não!
Chorei... Gritei... Cantei... Sofri... Sorri... Pulei... Comemorei... Lastimei... Saudades muitas vezes senti em silêncio...
Com os verdadeiros amigos contei sempre...
Aprendi muito...
Vivi muito... e vivo cada dia mais... sempre!
Muito obrigado a todos!!!!
Vanessa, Valdir, Tânia, Marilisa, Marcelo, Jou-Jou, Francininha, Wagner, Pretha, Fernanda, Dani, Iran, Monique, Patrícia, Patty, Paim (lindão), Angelita pelo eterno apoio, Joana por acreditar sempre em mim!!! Enfim a todos q de certa forma tem algum envolvimento com esse blog e com esse blogueiro!!!
Vanessa: muito obrigado por tudo.... Tudo mesmo minha eterna namorada. Minha seguidora fiel, minha irmã, minha alma gêmea. Por todos os momentos, por todas as conversas, por todos os conselhos, por todas as risadas, pelo eterno apoio, por sempre me entender ou tentar entender! hehhe, por sempre estar aqui quando preciso, por ser assim como tu é, por tu existir.... MUITO OBRIGADO!!!!! O nosso laço é pra todo o sempre!!!!
Bah! de muitas coisas falei...
Muitos desbafos compartilhei...
Muitas situações transcrevi...
De pessoas lembrei...
Outras conheci e fiz questão de registrar aqui sua importância ou não!
Chorei... Gritei... Cantei... Sofri... Sorri... Pulei... Comemorei... Lastimei... Saudades muitas vezes senti em silêncio...
Com os verdadeiros amigos contei sempre...
Aprendi muito...
Vivi muito... e vivo cada dia mais... sempre!
Muito obrigado a todos!!!!
Vanessa, Valdir, Tânia, Marilisa, Marcelo, Jou-Jou, Francininha, Wagner, Pretha, Fernanda, Dani, Iran, Monique, Patrícia, Patty, Paim (lindão), Angelita pelo eterno apoio, Joana por acreditar sempre em mim!!! Enfim a todos q de certa forma tem algum envolvimento com esse blog e com esse blogueiro!!!
Vanessa: muito obrigado por tudo.... Tudo mesmo minha eterna namorada. Minha seguidora fiel, minha irmã, minha alma gêmea. Por todos os momentos, por todas as conversas, por todos os conselhos, por todas as risadas, pelo eterno apoio, por sempre me entender ou tentar entender! hehhe, por sempre estar aqui quando preciso, por ser assim como tu é, por tu existir.... MUITO OBRIGADO!!!!! O nosso laço é pra todo o sempre!!!!
terça-feira, 23 de junho de 2009
No alto da colina e sem morfina
Tempo sem posts...
Pois é. Estou em fase criativa, trabalhando em uma mini coleção, baseada nos cassinos. A coleção tem um shape anos 20, um ar chic, um ar ora boêmio, ora romantiquinho! Enfim, estarei postando fotos assim que tudo estiver pronto, no meu blog de moda!
Por outro lado é tempo de faxina na vida pessoal...
Como ja falei anteriormente, é tempo de evolução, mudanças, ela sempre são bem vindas. Surpresas, alienações, conflitos existenciais tomam conta da minha cabeça...
O medo, a angústia, a raiva, a vontade de morder as vezes...
O sexo, a falta dele talvez...
O beijo, o cuspe, o suor, novamente a raiva...
A dúvida, é.... sempre a dúvida...
As amizades verdadeiras... Salve!!!
Um viva para as amizades....
Um brinde para as novas amizades...
Novos contatos, sonho de um futuro bom!
Muito obrigado Sr. Iran... Muito obrigado por tudo, pela confiança, pela oportunidade, pela ajuda, pela aposta... Momentos únicos de eterno aprendizado! Amigo mesmo! sempre!
Um brinde a vida...
Um brinde a Deus...
Um brinde a Tudo de bom e ruim que me aconteceu nos últimos 15 dias...
Um brinde de cachaça...
Um brinde!
D.a.
Pois é. Estou em fase criativa, trabalhando em uma mini coleção, baseada nos cassinos. A coleção tem um shape anos 20, um ar chic, um ar ora boêmio, ora romantiquinho! Enfim, estarei postando fotos assim que tudo estiver pronto, no meu blog de moda!
Por outro lado é tempo de faxina na vida pessoal...
Como ja falei anteriormente, é tempo de evolução, mudanças, ela sempre são bem vindas. Surpresas, alienações, conflitos existenciais tomam conta da minha cabeça...
O medo, a angústia, a raiva, a vontade de morder as vezes...
O sexo, a falta dele talvez...
O beijo, o cuspe, o suor, novamente a raiva...
A dúvida, é.... sempre a dúvida...
As amizades verdadeiras... Salve!!!
Um viva para as amizades....
Um brinde para as novas amizades...
Novos contatos, sonho de um futuro bom!
Muito obrigado Sr. Iran... Muito obrigado por tudo, pela confiança, pela oportunidade, pela ajuda, pela aposta... Momentos únicos de eterno aprendizado! Amigo mesmo! sempre!
Um brinde a vida...
Um brinde a Deus...
Um brinde a Tudo de bom e ruim que me aconteceu nos últimos 15 dias...
Um brinde de cachaça...
Um brinde!
D.a.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Reevoluindo
Posts malucos...
Inacabados...
Relances...
Saudades
Tudo resolvido agora!
Tudo esclarecido...
O que temia era de fato verdade...
As vezes os olhos forçam a cegueira...
As respostas gritam, são evidentes...
Mas burros são os olhos e ouvidos... Tolos...
Me sinto forte, muito forte....
Agora o foco é outro!
Agora é o profissional...
Agora o mundo conspira sim...
Agora vou viver...
Chegamos a um tempo em que viver é o que há...
Fácil é noc colocarmos no lugar alheio...
Difícil é ser o alheio.
Abraço D.a.
Inacabados...
Relances...
Saudades
Tudo resolvido agora!
Tudo esclarecido...
O que temia era de fato verdade...
As vezes os olhos forçam a cegueira...
As respostas gritam, são evidentes...
Mas burros são os olhos e ouvidos... Tolos...
Me sinto forte, muito forte....
Agora o foco é outro!
Agora é o profissional...
Agora o mundo conspira sim...
Agora vou viver...
Chegamos a um tempo em que viver é o que há...
Fácil é noc colocarmos no lugar alheio...
Difícil é ser o alheio.
Abraço D.a.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Brotando do nada
"Ele conversava com o invisível, sua voz estava trêmula.
Sentia medo. Sentia segurança ao ledao de alguém que não podia descrever.
Sentia saudade de alguém que podia sim descrever.
Queria o beijar.
O queria novamente.
Sim, mas ele não queria!
A vida parecia injusta às vezes.
Mas por outro lado, ela era maravilhosa
Felicidade absoluta ele não tinha, mas quem a tinha nos dias atuais vivídos?
Quem?
É ... Ainda o amava, apesar de tudo o amor ainda era fulminante...
Então resolveu escrever a ele...
Agora esperava ancioso um devaneio talvez...
Estava sentado em sua cama.
Ao seu lado a taça suja de vinho barato.
O cigarro aceso, a fumaça sobia vagarosamente desenhando estradas que o levariam a morte.
Ele tentava desbotar a imagem do seu amor .
Mas o amor se renovava dentro dele.
Seu amor era como a flor de lótus, que florecia só em meio a poluição.
Mas ele tinha dado sua cartada final.
Restava agora apenas esperar.
Mas ele não iria fazer isso por muito tempo.
Era tempo de mudanças.
Era tempo de idéias.
Era tempo de trabalho.
Era tempo de vida, de viver...
Viver cada dia mais."
Apertos de mão!!!!
D.a.
Sentia medo. Sentia segurança ao ledao de alguém que não podia descrever.
Sentia saudade de alguém que podia sim descrever.
Queria o beijar.
O queria novamente.
Sim, mas ele não queria!
A vida parecia injusta às vezes.
Mas por outro lado, ela era maravilhosa
Felicidade absoluta ele não tinha, mas quem a tinha nos dias atuais vivídos?
Quem?
É ... Ainda o amava, apesar de tudo o amor ainda era fulminante...
Então resolveu escrever a ele...
Agora esperava ancioso um devaneio talvez...
Estava sentado em sua cama.
Ao seu lado a taça suja de vinho barato.
O cigarro aceso, a fumaça sobia vagarosamente desenhando estradas que o levariam a morte.
Ele tentava desbotar a imagem do seu amor .
Mas o amor se renovava dentro dele.
Seu amor era como a flor de lótus, que florecia só em meio a poluição.
Mas ele tinha dado sua cartada final.
Restava agora apenas esperar.
Mas ele não iria fazer isso por muito tempo.
Era tempo de mudanças.
Era tempo de idéias.
Era tempo de trabalho.
Era tempo de vida, de viver...
Viver cada dia mais."
Apertos de mão!!!!
D.a.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Estou aqui!
Opa! Demorei né?
Eu sei, mas imaginem vocês, que não estava em casa durante uma semana....
Impossibilitado de postar...
Mas muitas coisas vi e aprendi! Muitas experiências vivi, e espero poder passar tudo isso ainda a pessoas que as mereçam, assim como eu fiz por merecer.
Pessoas ótimas...
Parcerias ótimas...
Seres humanos abençoados...
Sonhos de um futuro....
Sonhos de um outro futuro tambem...
Pessoas que consegui apagar um pouco do meu passado...
Não totalmente, eu diria: lembranças desbotadas...
Estou livre! Eu posso ir onde meus pés me levarem...
Eu sou capaz...
E o mais bacana: Não preciso provar nada a ninguém!
Vida: Mais uma vez: Muito obrigado!
Vivendo muito...
Cada dia mais!
D.a.
Eu sei, mas imaginem vocês, que não estava em casa durante uma semana....
Impossibilitado de postar...
Mas muitas coisas vi e aprendi! Muitas experiências vivi, e espero poder passar tudo isso ainda a pessoas que as mereçam, assim como eu fiz por merecer.
Pessoas ótimas...
Parcerias ótimas...
Seres humanos abençoados...
Sonhos de um futuro....
Sonhos de um outro futuro tambem...
Pessoas que consegui apagar um pouco do meu passado...
Não totalmente, eu diria: lembranças desbotadas...
Estou livre! Eu posso ir onde meus pés me levarem...
Eu sou capaz...
E o mais bacana: Não preciso provar nada a ninguém!
Vida: Mais uma vez: Muito obrigado!
Vivendo muito...
Cada dia mais!
D.a.
domingo, 7 de junho de 2009
Reticências
" O sangue parou de escorrer...
Vermelho já não é mais!
O gosto inóspito salúbre de meus lábios: já não são mais sentidos,
Te venero...
E isso é pra sempre"
D.a;
Vermelho já não é mais!
O gosto inóspito salúbre de meus lábios: já não são mais sentidos,
Te venero...
E isso é pra sempre"
D.a;
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Idéias, idéias e idéias
Como diz minha irmã: -As mais loucas idéias em um ser !
Momentos doidos.
Criatividade mil.
Idéias.
Muitas idéias.
Profissão.
Profissionalismo.
Idéias...
Devaneios.
Ânsias, vontades, muitas vontades...
Dúvidas de um lado, certezas de outro!
Queria ter mais certezas nas minhas dúvidas, e mais dúvidas nas certezas.
Será que devo escrever?
Será?
Tem novidades a caminho...
(risos)
Felicidade... Momentânea talvez, mas felicidade!
Amor próprio em difusão.
Liberdade...
Ah! A liberdade...
Estou vivo!
Vivo!
Eu vivo!
Gracias vida!
Thanks
Danke
Abraço
D.a.
( Me inspirei na foto de uma amiga )
terça-feira, 2 de junho de 2009
Temos filhotes...
Pois é... Acaba de nascer meu filho!
hehehhheh.... Calma!
Hoje nasceu meu segundo blog. Uma parceria com minha irmã, o Blog irmaosdisangui, é um espaço destinado a ideias novas, urbanidades, arte em geral, música, underground, psicodelismo, moda, comportamento, fotografia, ...
É destinado ao trash, a referências, ao submundo, ao incomum....
Tava sentindo falta de expressar minhas idéias em relação a assuntos diversificados. Aí surgiu a ideia de fazer uma parceria, mas quem? Aí pensei na minha sister, que apesar de pouca idade, tem idéias tão bacanas, idéias sutis, de grandiosidade pura!...
Enfim visitem lá: http://www.irmaosdisangui.blogspot.com/
Divirtam-se...
Comentem...
Peçam..
Gritem...
Cantem...
Vivam.. Assim como eu!!!
Abraço a todos,,,,,
( dias frios esses não?)
D.a.
domingo, 31 de maio de 2009
A la carte!
"As primaveras se foram, tudo passou... Ele estava em uma fase, um momento, em que não tinha como definir. As palavras o perturbavam, o barulho da chuva já não o acalmava, o fogo não o queimava mais, a dor ele ainda podia sentir. Seu homem, seu amigo, seu irmão, seu confidente... Todos os adjetivos morreram, e se foram de uma só vez. E de antemão, veio a dor.
Ele o amava. Apesar de tudo... Ainda o amava; e ele sabia que faria de tudo para consagrar esse amor. Esqueceria ele, de fatos importantes... Passaria fome... Pararia até de fumar por ele e seu amor. Ele o daria sua vida...
Quando disse que o amava, não apenas disse: ele sentia isso! Seu coração pulsava... Os pulsos de seu miocárdio eram metáforas, que diziam: - eu te amo... eu te amo... eu te amo... Sucessivamente.
Ele tentava, mas não podia o esquecer. Vivera ao seu lado os mais lindos momentos... Curtos porém os mais maravilhosos. Apesar de todos os indícios dizerem para abstrair, ele não podia... Ele não queria, ele o queria. Ele o queria denovo, e pra sempre... Queria o beijar... Queria seu suor... Queria suas palavras... Queria seu olhar apertado.... Ele queria seu sorriso, seu toque, seu cheiro fresco, seus pelos, seus cabelos...
É... Ele o amava... Ele mataria por sua existência. Amor fulminante. Ele daria sua vida para tê-lo novamente... Era terno o seu amor por ele.
Ele o amava.
Ele ainda o amava."
Farelos............
D.a.
Ele o amava. Apesar de tudo... Ainda o amava; e ele sabia que faria de tudo para consagrar esse amor. Esqueceria ele, de fatos importantes... Passaria fome... Pararia até de fumar por ele e seu amor. Ele o daria sua vida...
Quando disse que o amava, não apenas disse: ele sentia isso! Seu coração pulsava... Os pulsos de seu miocárdio eram metáforas, que diziam: - eu te amo... eu te amo... eu te amo... Sucessivamente.
Ele tentava, mas não podia o esquecer. Vivera ao seu lado os mais lindos momentos... Curtos porém os mais maravilhosos. Apesar de todos os indícios dizerem para abstrair, ele não podia... Ele não queria, ele o queria. Ele o queria denovo, e pra sempre... Queria o beijar... Queria seu suor... Queria suas palavras... Queria seu olhar apertado.... Ele queria seu sorriso, seu toque, seu cheiro fresco, seus pelos, seus cabelos...
É... Ele o amava... Ele mataria por sua existência. Amor fulminante. Ele daria sua vida para tê-lo novamente... Era terno o seu amor por ele.
Ele o amava.
Ele ainda o amava."
Farelos............
D.a.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Noites, frias noites!

Ah! As noites... Belíssimas noites andam nascendo! Noites frias, frias noites: insanas noites! Felicidade me ronda novamente. Não sei por que, mas ela inciste em me visitar, talvez seja teimosa assim como quem vos escreve!
Noites de festa, festa com gente interessante...
Festa com pessoas loucas... Pessoas surreais... Pessoas exitantes... Ah! as festas... Ah! as experiências... Ah! a vida...
As influências tornam-se cada vez mais fortes em mim, são primordiais eu diria!
A saudade de quem eu sentia, já não sinto mais...
O amor que pensava que sentia, já não sinto pulsando forte...
As lágrimas secaram, só restaram as marcas por onde escorreram...
O sorriso renasceu...
A dor? Que dor?
O amor? O amor pelo meu ser sim, esse continua vívido, eu diria mais: está renovado, forte, lúcido, polido.
As experiências continuam a aparecer... E a esperança nunca desbota, continua sempre ali, como um galho verde que sobrevive ao mais frio clima...
E a certeza? Essa sim continua igual: sempre incerta!
E as noites? Frias, noites frias sim!
E eu? Continuo só... Dormindo só, melhor assim, (detesto o bafo matinal alheio).
D.a.
Saudades Vanessa!!!!!!!!!!!!!! Bjaum especial pra ti meu pequeno grande amor!
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Epílogo....

Os epílogos... Os finais... As despedidas... O adeus...
São momentos tristes de imensa beleza...
A melancolia, por si só é linda, tem seu brilho, único...
" Ele ouvia Velvet Underground - Femme fatale, quando sentiu saudades. Fazia exatamente uma semana. Sim! uma semana! O final de semana perfeito, mas havia acabado, talvez por isso tenha sido perfeito.
Relembrava... o vento o beijava... o sol havia se escondido.
A música era realmente linda, um clássico, ele queria fujir.
Ele queria revelar coisas para pessoas, ele queria gritar, ele queria chorar mas não conseguia.
Ele o queria de novo, ele o amava de verdade, ele ainda o amava com toda sua força...
Ele queria ver seu sorriso novamente, seus lábios apertados...
Ele queria um cigarro, um vinho... E o vento parou!
Pessoas o chamavam... Ele ouvia mas fingia não escutar... Não queria almoçar...
Fome, quem teria fome naquelas alturas! Faltava algo...
Promessas surgiam para ele próprio. Promessas de melhora, de auto confiança, de...
Ele queria ser mais duro, mais seco, mais posessivo, mais forte!
Queria ser mais prático, mais racional...
As promessas estavam feitas, agora era só canalizar! E como todo bom sagitariano, ele não via empecilhos quando queria algo de verdade. Nada podia o atrapalhar.
Ele era bonito... Sim! e inteligente tambem... Ele se sentia interessante...
Ele queria que o surpreendessem, mas até o momento, ele podia prever tudo que acontecera até ali.
Uma borboleta pousou ao seu lado.
O vento voltou a soprar.
O sol se desescondeu.
A lágrima caiu.
A fome despertou.
Deixem umas moedinhas pro cigarro!
D.a. ...
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Ah! Admirável mundo velho!
Cortei o cabelo!
Sim! Também, estava na hora! Estava quase uma ovelha...
Junto com a parte cortada, junto com essa interferência feita em meu corpo...
Junto com ela foram lembranças... sentimentos... passagens da minha vida...
É tempo de reformas.
É tempo de evolução.
É tempo de reflexão.
As lembranças, os sentimentos, as passagens; não foram pro lixo, juntamente com as pontas de cabelo, não! Foram arquivados, são virgulas, ou até mesmo exclamações, e por que não reticências? Mas jamais serão pontos finais. O ponto final será pontuado uma só vez.
Esquecerei jamais dos momentos bons e ruins...
Esquecerei jamais das pessoas maravilhosas que passaram por minha vida...
Esquecerei, nunca das pessoas podres que passaram por minha caminhada...
Aprendi com todas... Aprendi muito... E como aprendi!
Passagens rápidas, passagens duradouras, passagens felizes, tristes, duras..
Pessoas que me feriram, porém, que me fizeram muito feliz...
Paixões, ah! as paixões...
Lembrarei de cada uma delas... De cada uma...
Lembrarei sempre dos mais variados tipos de beijo...
Dos mais variados gozos...
Dos olhares, do toque, do suor, do cheiro...
Ah! Essas lembranças... Bom que elas não são prioridade, são apenas lembranças, que recordarei esporraticamente!
Obrigado vida! por um dia após o outro!
Sim! Também, estava na hora! Estava quase uma ovelha...
Junto com a parte cortada, junto com essa interferência feita em meu corpo...
Junto com ela foram lembranças... sentimentos... passagens da minha vida...
É tempo de reformas.
É tempo de evolução.
É tempo de reflexão.
As lembranças, os sentimentos, as passagens; não foram pro lixo, juntamente com as pontas de cabelo, não! Foram arquivados, são virgulas, ou até mesmo exclamações, e por que não reticências? Mas jamais serão pontos finais. O ponto final será pontuado uma só vez.
Esquecerei jamais dos momentos bons e ruins...
Esquecerei jamais das pessoas maravilhosas que passaram por minha vida...
Esquecerei, nunca das pessoas podres que passaram por minha caminhada...
Aprendi com todas... Aprendi muito... E como aprendi!
Passagens rápidas, passagens duradouras, passagens felizes, tristes, duras..
Pessoas que me feriram, porém, que me fizeram muito feliz...
Paixões, ah! as paixões...
Lembrarei de cada uma delas... De cada uma...
Lembrarei sempre dos mais variados tipos de beijo...
Dos mais variados gozos...
Dos olhares, do toque, do suor, do cheiro...
Ah! Essas lembranças... Bom que elas não são prioridade, são apenas lembranças, que recordarei esporraticamente!
Obrigado vida! por um dia após o outro!
terça-feira, 19 de maio de 2009
O colecionador de NÃOS
Quer saber? Cansei!
E a importância de um não?
Acho que ela muda de situação para situação. Sim muda sim!
Mas o fato é que estou exausto. Exausto de nãos.
Ah! NÃO posso fazer isso...
Isso eu NÃO tenho como te dizer...
No momento NÃO estamos presisando de ninguém...
NÃO vai rolar as fotos, tu tá muito magro...
Infelizmente NÃO posso retribuir...
Eu queria muito poder ajudar, mas NÃO sei como...
Eu NÃO te amo...
Eu NÃO posso prosseguir com isso...
Eu NÃO estou preparado ainda...
NÃO fique triste...
Ah!!! Que porra!
Que merda!
Que inferno sabe!
Mas eu tenho uma nova teoria:
Começarei a dizer menos SIMS, talvez dessa forma virão menos NÃOS.
D.a.
E a importância de um não?
Acho que ela muda de situação para situação. Sim muda sim!
Mas o fato é que estou exausto. Exausto de nãos.
Ah! NÃO posso fazer isso...
Isso eu NÃO tenho como te dizer...
No momento NÃO estamos presisando de ninguém...
NÃO vai rolar as fotos, tu tá muito magro...
Infelizmente NÃO posso retribuir...
Eu queria muito poder ajudar, mas NÃO sei como...
Eu NÃO te amo...
Eu NÃO posso prosseguir com isso...
Eu NÃO estou preparado ainda...
NÃO fique triste...
Ah!!! Que porra!
Que merda!
Que inferno sabe!
Mas eu tenho uma nova teoria:
Começarei a dizer menos SIMS, talvez dessa forma virão menos NÃOS.
D.a.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Lenços brancos ao vento...
Te agradeço:
Por me iludir,
Por me amar.
Por escrever. Te agradeço por existir.
Por pensar em cortar os pulsos por ti meu amor.
Te agradeço por me olhar no olho, e não precisar falar mais nada.
Te agradeço pela telepatia.
Te agradeço por ser sincero, e isso doer tanto.
Agradeço pelo empréstimo de tua beleza.
Te agradeço por vivermos intensamente.
Pelo sexo, pelo beijo doído, por morder minha orelha, pelos apertos, pelos abraços, pelos planos inacabados...
Pelo teu cheiro, pelos puxões de cabelo.
Te agradeço por me ouvir
Pela conversa, pela massagem, pela energia transmitida, pela luz
Agradecerei sempre, e jamais me esquecerei de ti minha vida.
Agradeço pelas lágrimas que escorrem agora.
Te amo.
" E quando eu estiver triste, simplismente me abrasse... ... Mas quando eu estiver morto, suplico que não me mate dentro de ti..."
D.a.
Vanessa: obrigado por tudo meu amor. sempre, sempre! Te amarei pra sempre. Meu amor.
Por me iludir,
Por me amar.
Por escrever. Te agradeço por existir.
Por pensar em cortar os pulsos por ti meu amor.
Te agradeço por me olhar no olho, e não precisar falar mais nada.
Te agradeço pela telepatia.
Te agradeço por ser sincero, e isso doer tanto.
Agradeço pelo empréstimo de tua beleza.
Te agradeço por vivermos intensamente.
Pelo sexo, pelo beijo doído, por morder minha orelha, pelos apertos, pelos abraços, pelos planos inacabados...
Pelo teu cheiro, pelos puxões de cabelo.
Te agradeço por me ouvir
Pela conversa, pela massagem, pela energia transmitida, pela luz
Agradecerei sempre, e jamais me esquecerei de ti minha vida.
Agradeço pelas lágrimas que escorrem agora.
Te amo.
" E quando eu estiver triste, simplismente me abrasse... ... Mas quando eu estiver morto, suplico que não me mate dentro de ti..."
D.a.
Vanessa: obrigado por tudo meu amor. sempre, sempre! Te amarei pra sempre. Meu amor.
domingo, 17 de maio de 2009
Gorjetas...
Fim de semana,
Esperanças,
ânsias, desejos, dor, choro,
risadas, roncos,
amor,
paixão,
sexo,
realizações,
um rosto,
um corpo,
uma vontade,
surpresas,
planos,
desplanos,
almoços,
jantas,
cinema,
cinema,
beijos intermináveis,
café,
chocolate,
uma paixão!
Enorme paixão,
Será?
????
???
??
?
D.a.
Esperanças,
ânsias, desejos, dor, choro,
risadas, roncos,
amor,
paixão,
sexo,
realizações,
um rosto,
um corpo,
uma vontade,
surpresas,
planos,
desplanos,
almoços,
jantas,
cinema,
cinema,
beijos intermináveis,
café,
chocolate,
uma paixão!
Enorme paixão,
Será?
????
???
??
?
D.a.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Águas de maio

E chove....
E chove....
E eu?
Eu tambem chovo com a chuva!
Eu escorro por entre as rachaduras da terra seca.
Repito:
-Estou feliz!
Estamos felizes...
Ontem a noite tive um sonho... Já era madrugada...
Lembro que me beijava... Eu roçava meus cílios nos teus!
Tu te arrepiava! A boca seca antes do meu beijo...
Estávamos nus, contemplávamo-nos um aou outro.
Tu ria... Eu te mordia.
Gozei dizendo : -Eu te amo meu amor.
Acordei! Que ventania!
Vento quente. Fiz meu café, o tomei com as tradicionais bolachas matinais.
Na varanda sentia teu cheiro desconhecido...
Cheiro imaginado... Cheiro bom!
Vieste e sentaste ao meu lado...
Mecheu nos meus cabelos encaracolados, disse: -anjo meu!
Já estou delirando, não sonhei isso! ( Ou sonhei?)
Eu já estava acordado! E continuava sonhando!
Bizarro?
Não! Apenas paixão,
Forte
Pura
Invencível
Enorme
Sutil
E chove......
Continua a chover!
Estarei contigo pra sempre e pra tudo amor!
Abraços...
D.a.
domingo, 10 de maio de 2009
Is Infinity....

Dizem que ao nos apaixonarmos, não vemos a pessoa como ela é; dizem que nos relacionamos com uma projeção do nosso inconciente! Não posso avaliar a veracidade dessa teoria, posso somente dizer que estou apaixonado.
Anteriormente, já pensei estar, mas hoje vejo que era pura incensatez da minha mente. Hoje sim.
Hoje sim minha perna treme....
Hoje sim, meus olhos brilham...
Hoje sim meus lábois tremem...
Os pelos eriçam...
A vontade.. A ânsia de estar junto....
O pensamento não muda de endereço nunca...
Tudo me lembra minha paixão!
Te gosto mais que tudo
Te gosto acima de tudo...
Te gosto... E o meu amor por ti, ele supera e ultrapassa, qualquer coisa...
Supera qualquer entendimento alheio...
Ultrapassa qualquer platéia...
Supera qualquer palavra que possa ser escrita...
Ultrapassa a razão...
O meu amor por ti é puro... E é lindo... Por que simplesmente é pra sempre!
Quando tu olha nos meus olhos...
Me sinto confortado...
Me sinto refrescado...
Me sinto seguro... tudo está bem.
Quando tu olha nos meus olhos posso te sentir bem pertinho...
Vejo teu sorriso, os olhos apertados, a pele arrepiada.
Obrigado!
Muito Obrigado Meu Deus!
É pra sempre meu amor! Pra sempre!
D.a.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Buble up!
Dia desses, posts atrás, falávamos de felicidade.
Li no blog de uma amiga,( Vanessa,[www.fragmentoseinquietacoes.blogspot.com]), a qual, tambem falava dessa felicidade imensa! Pois é, eu já estava num momento não tão feliz, (na real tava muito mal). Aí o destino meche seus pauzinhos novamente... É ele mesmo, e coloca no meu caminho uma pessoa tão maravilhosa, que não tenho como definir em palavras. Um ser sem dúvida alguma especial. Seu sorriso é simplesmente o mais lindo, as palavras que digita são as mais emocionantes, o seu olhar me faz tremer. Eu o gosto muito, e posso sentir a reciprocidade.
Posso sentir que coisas muito boas virão. Posso sentir seu cheiro sem nem conhecê-lo... Posso sentir seus lábios nos meus... Sinto sim...! Meus pêlos eriçam ao pensar em ti... O teu calor desconhecido... Muito mais não sei. Mas o essencial é que te quero muito.
Obrigado Meu Deus, por tu existir!!!!
D.a
Li no blog de uma amiga,( Vanessa,[www.fragmentoseinquietacoes.blogspot.com]), a qual, tambem falava dessa felicidade imensa! Pois é, eu já estava num momento não tão feliz, (na real tava muito mal). Aí o destino meche seus pauzinhos novamente... É ele mesmo, e coloca no meu caminho uma pessoa tão maravilhosa, que não tenho como definir em palavras. Um ser sem dúvida alguma especial. Seu sorriso é simplesmente o mais lindo, as palavras que digita são as mais emocionantes, o seu olhar me faz tremer. Eu o gosto muito, e posso sentir a reciprocidade.
Posso sentir que coisas muito boas virão. Posso sentir seu cheiro sem nem conhecê-lo... Posso sentir seus lábios nos meus... Sinto sim...! Meus pêlos eriçam ao pensar em ti... O teu calor desconhecido... Muito mais não sei. Mas o essencial é que te quero muito.
Obrigado Meu Deus, por tu existir!!!!
D.a
quarta-feira, 6 de maio de 2009
A àrvore solitária...

Ela é linda por ser assim como sou,: só!
É forte! Isso não sei se sou,
Talvez seja para algumas coisas, e para outras um simples fracote...
Uma lesma atrevessando a avenida paulista,( isso é o que eu chamo de o cúmulo do futuro certo)...
Ela é linda por ser só...
Mas talvez.... Se houvesse uma outra perto dela...
Talvez fosse mais linda...
Talvez esse futuro mais lindo esteja próximo!
Mais perto do que imagino...
Talvez esteja em você que está lendo... ( você sabe de quem estou falando)...
É você mesmo! Sim tu!
Os dias me surpreendem... Quando penso que desvendei... Hahaha! Estou é mais confuso...
Estou feliz, por ter te conhecido...
Por depositar em ti carinho, amor... Confiança...
Por acreditar no nosso destino juntos, e talvez deixar de ser a árvore só...
Feliz estou por sorrir para ti...
Por te ouvir...
Sinto que deixarei de ser esta peça perdida e me tornarei floresta ao teu lado.
Estou sim feliz e daí? Algum problema?
Feixem a porta, está frio o vento, (isso não fará bem a minha gripe).
D.a.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
1 dia, 24 horas...
Hoje me acordei acho que eram 7:45 da manha, meus braços estavam frios, ficaram destapados, afinal costumo dormir apenas de cueca, branca nesse caso, de ontem. O rádio estava ligado, a música era uma bem antiga... Ah esqueci o nome da banda... é aquela que toca: " boys, dont cry...." Achei chata, liguei meu tocador de mp3, introduzi os fones no ouvido e começei a delirar ao som de Bob Marley-Redemption song, ascendi um cigarro, não gosto de fumar antes de escovar os dentes, mas abri uma excessão.
Fui escovar os dentes, nessse momento já tocava " Realize" da fantástica Colbie Cailatt. Me vesti, coloquei a camiseta do lado avesso (faço isso ás vezes). Estou com ela até agora assim, minto, estou sem camisa. O café foi como sempre rotineiro e sem grandes minuscias, pão, café sem açúcar, arroto e trabalho...
Os dias andam cada vez mais lindos, sinto medo de tal acontecimento, sinto falta de neblina, chuva, tempestades, vento.... vento... vento.....Ouço agora " beija eu" da Marisa, opa, acabou de acabar.... ouço então "casa do sol" do Armando.
E o futuro?
E o final de semana?
E o presente que comprei?
Ah! Destino, destino!
Estou praticamente no fim do livro. Estou lástimado pelo seu fim.
Droga! quero amar!
Quero sexo!
Quero aquele disco do Ben harper!
Quero o notebook.
Quero!
Quero!
Marta Medeiros te invejo bondosamente!
Abraço D.a.
domingo, 3 de maio de 2009
Ah!!!!!! Essas coisas de coração!........ Tudo uma bosta!
" Quando a chuva cai, nas noites mais solitárias..."
Ontem realmente não foi um dia bom! As coisas teimaram em dar errado. Porém nada é tão ruim que não possa piorar.
Dormi acompanhado de minhas lágrimas. Elas riam de mim, me insultavam, me chamavam de idiota,... elas tinham razão. Axo que não aprendo nunca mesmo, dizem que a vida é isso mesmo, mas teimo em dizer que não é isso. As pessoas não me conhecem, ou , conhecem e têm medo do que conheceram.
Adormeci com medo,... Medo de algo que nem sei o que era de fato. Medo talvez de ficar frustrado, de ver o tempo fazer seu trabalho, e eu não fazer o meu... ( mas isso só depende de mim).... ... ..
adormeci.......
Acordei com mt frio... Fiquei sem sono....
Peguei meu livro e comecei a ler.... li até voltar o sono... Adormeci, e voltei a acordar pela manhã...
E mais um domingo cotidianês se iniciou... E até agora nada, apenas trabalhei pela manhã, e agora estou com visita chata!
Quero conversar! ( com gente não chata ).
Grande abraço, ...
Destino me ilumine um canto de mente!
D.a.
" Quando a chuva cai, nas noites mais solitárias..."
Ontem realmente não foi um dia bom! As coisas teimaram em dar errado. Porém nada é tão ruim que não possa piorar.
Dormi acompanhado de minhas lágrimas. Elas riam de mim, me insultavam, me chamavam de idiota,... elas tinham razão. Axo que não aprendo nunca mesmo, dizem que a vida é isso mesmo, mas teimo em dizer que não é isso. As pessoas não me conhecem, ou , conhecem e têm medo do que conheceram.
Adormeci com medo,... Medo de algo que nem sei o que era de fato. Medo talvez de ficar frustrado, de ver o tempo fazer seu trabalho, e eu não fazer o meu... ( mas isso só depende de mim).... ... ..
adormeci.......
Acordei com mt frio... Fiquei sem sono....
Peguei meu livro e comecei a ler.... li até voltar o sono... Adormeci, e voltei a acordar pela manhã...
E mais um domingo cotidianês se iniciou... E até agora nada, apenas trabalhei pela manhã, e agora estou com visita chata!
Quero conversar! ( com gente não chata ).
Grande abraço, ...
Destino me ilumine um canto de mente!
D.a.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Tempo, tempo, tempo....

Bom, como já disse anteriormente, estava eu sem internet, meio que "desligado do mundo", mas como já dito: tudo têm seu lado bom! E nesse caso teve o seu também. Essas duas semanas foram um verdadeiro mix. Pensamentos, ambições, desejos, inquietações... E tambem produzi muita coisa, como o crokie acima! Enfim, estou numa fase bem criativa agora, e pude aproveitar bem nessas duas semanas.
Li muito, além do normal eu diria, e até parece loucura, mas estou lendo: Memórias de um sargento de milícias, que loucura, quem me conhece sabe q detesto literatura nacional. Mas até está um pouco bom! heheehehe!
Percebi muita coisa nessas duas semanas... Observei pessoas... Ouvi muitas coisas, e uma delas achei bem interessante. - O ser humano, busca incessantemente a independência, porém por mais independente que este seja, ele sempre dependerá de algo ou alguem.
Fantástico..... Que saudade de pessoas, vou até citar alguns nomes,......
Vanessa, Paty (na Alemanha), Lurdes, Wagner, Carlos (queridão inesquecível), Tânia querida (e os nossos papos?).... e tantos outros doidos que gostam de mim..... (e os q não gostam tambem sentem saudade, eu sei!)
Abraço a todos
D.a.
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